Visão de Mundo

Através da abordagem desse tema a espiritualidade pretende falar sobre a visão de mundo que nós costumamos ter diante da realidade que nos envolve, na intenção de que, até o final das nossas palavras possa ocorrer a semeadura de uma reflexão sobre o assunto.

Possivelmente, a personalidade mais brilhante em termo de potencialidade intelectual do século XVII, tenha sido a do filósofo francês, René Descartes. Em um dos seus livros, Discurso do Método, logo no seu primeiro parágrafo, ele diz: “O bom senso é, das coisas do mundo, a mais bem distribuída, já que todos se contentam com a cota que julgam ter, e, mesmo pessoas difíceis de se contentarem em relação às outras coisas então bastante satisfeitas com as suas cotas de bom senso”.

Descartes dizia que, todo mundo na Terra se julga possuidor de bom senso, não porque se ache mais ou menos inteligente que outras pessoas, mas sim, porque o ser humano julga, avalia e raciocina de acordo com os elementos que possui no cérebro. Assim, cada um de nós se julga rei do bom senso, porque temos o péssimo hábito de confiar nas nossas opiniões, nas nossas verdades e nos nossos conceitos.

E aqui digo, envolvido pelos amigos espirituais, que isso é um péssimo hábito, porque nós deveríamos tentar crivar melhor essas opiniões, esses elementos, essas verdades que pensamos ter, porque é exatamente sobre o conjunto das opiniões formadas através dos nossos conhecimentos, que surgem os conceitos que vão delimitar o tipo de visão de mundo que nós temos.

Assim, René Descartes se divertiu com a humanidade dizendo que todo o mundo era o rei do bom senso, porque cada pessoa, com os elementos que tem, costuma ter opiniões a respeito de tudo, costuma ter conceitos e ter absoluta certeza a respeito de tudo, esquecidos que, talvez, eles estejam longe da verdade.

Nesse sentido, é engraçado percebermos como alguém da religião católica utilizando os elementos que colheu com o aprendizado do catolicismo, raciocina de uma forma peculiar, a respeito de Deus. O interessante é que se essa pessoa não tivesse nascido aqui no ocidente, mas, no oriente, num país Islâmico, por exemplo, essa mesma pessoa iria aprender os elementos do Alcorão e iria raciocinar a respeito de Deus com os elementos do Islamismo. Cada uma dessas religiões tem um aspecto cultural diferente e o repassa para as novas gerações, essas vão formando os seus padrões culturais e, a partir daí, criam isso que nós chamamos de bom senso e cada um vai julgar a realidade, ou seja, cada um vai ter uma visão de mundo sobre a realidade que o cerca, de acordo com os elementos da cultura que estão instalados no seu cérebro.

O que dizer de um mundo que possui cerca de 30 religiões e cada umas delas pretendendo ser a única correta, impondo os seus padrões culturais a seus fieis? Esses, com os elementos a que se acostumaram a pensar, a partir deles emitem as suas verdades e seus conceitos, cada um pretendendo ser o rei e a rainha do bom senso. Como o mundo que só tem autoridade vai conseguir chegar a algum acordo sobre alguma coisa?

De fato, Descartes queria brincar conosco dizendo que nós estamos longe de ter um bom senso razoável, já que esse não é produto de uma análise criteriosa e sim, de hábitos e costumes culturais. Esse é o grande problema da humanidade, de cada um de nós, e o pior é que nem sabemos que é assim.

Nós não seriamos os mesmos que somos hoje, se estivéssemos estudado em escolas diferentes das que estudamos, se estivéssemos recebido influências de outros pais, de outros amigos, de outros tipos de canal de TV diferentes dos que ai estão, se tivéssemos sido acostumados a ler desde a infância. Nós não seriamos os mesmos que somos hoje, se nossos cérebros tivessem absorvido outros elementos ao longo da nossa vida. Isso mostra que as nossas verdades são relativas.

Quem nos observa lá de fora olha para 7 bilhões de homem e mulheres, cada um pensando que é o “rei da cocada preta”, cada um achando que é doutor daquela matéria, cheio de razão e de verdades.

Quem nos olha lá de fora percebe 7 bilhões de doidos vivendo com péssimos hábitos, achando que estão dando um show, quando, na realidade, nós estamos estragando a vida cósmica, estamos tornando feio algo belíssimo, que é o ato de existir. Nós conseguimos fazer isso porque envenenamos o nosso psiquismo com um monte de loucura. E o pior é que ao longo da história da humanidade uma geração vai repassando para a sua sucessora os mesmos valores culturais completamente equivocados, impondo uma forma de raciocino, uma forma de crença e nós vamos apenas herdando os valores.

Raciocinar, que é bom, não é conosco, porque crer é um conforto psicológico formidável, é fácil. Porem, pensar é um esforço psicológico grande, não é todo cérebro que está habilitado a pensar, é necessário esforço para romper com os padrões culturais que marcam o nosso entendimento de mundo. Se nós não rompermos com o velho padrão de entendimento de mundo jamais perceberemos os novos elementos de uma nova visão de mundo, que deve ser construída a cada geração.

Hoje vivemos piores do que os assírios, há 1.700 anos. Em certos sentidos a humanidade regrediu, em termos de elementos cerebrais e de conceitos de vida. Se nós colocarmos a nossa visão lá no passado remoto, há cerca de cinco mil anos… Existem registros históricos na antiga cidade de Tula (hoje, Cidade do México, a capital do México), também no Egito e em diversos cantos do planeta mostrando que as comunidades existiam de forma muito mais razoável que nós, homem e mulheres ditos modernos.

Mas pouco importa. Como é que alguém descobre a visão de mundo que lhe é própria? É bem simples. Pegando uma folha de papel e dizendo: O que eu penso a respeito de Deus? Ah, mas é um saco escrever! Ta bom, não escreva, pense, pelo menos tende responder, grave e depois escute. Depois você vê a perola que você vai soltar sobre Deus.

Você só pode evoluir no conceito que você tem de Deus ou em qualquer outro, se você trabalhar esse conceito, se você escutar a própria opinião, vendo que ela não é ainda a melhor, ou o melhor conceito.

Qual o ser humano que faz isso, quem de nós faz isso? Em não fazendo isso seremos os mesmíssimos ignorantes, no sentido de desconhecermos verdades mais profundas.

O que é que é eu penso a respeito de religião? Qual, na minha opinião, deve ser a função da religião no mundo? Para que elas servem? Para que eu sirvo na religião que professo? Como é que me comporto de acordo com os elementos de minha religião?

Faça um profundo questionário e durante a vida inteira responda e busque respostas melhores, busque formulação de perguntas mais profundas e inteligentes. Somente assim o ser humano evolui, na mudança constante dos seus elementos cerebrais. Somente assim ele passa a buscar a construção de uma inteligência ativa e não a inteligência passiva que temos.

É maravilhoso assistir televisão, por que? Porque ligamos e ficamos passivamente assistindo, se vier dali coisa boa, ótimo, se vier dali coisa ruim, ótimo, nós estamos ali sem o menor senso critico, passivos diante da alimentação espiritual que está sendo dada.

Se eu como uma feijoada estragada, seguramente o meu corpo terá uma doença; se eu como cinco feijoadas estragadas, fatalmente eu vou ter uma diarréia seriíssima; se eu comer 10 feijoadas eu só não morro de teimoso. Nos somos suficientemente inteligentes para não comer um alimento que percebemos que está estragado. Ao mesmo tempo, se nós comermos um bom alimento, cada um dos trilhões de células do nosso corpo receberá um bom alimento e ficaremos fortes e saudáveis. Se nós agimos assim com esse corpo, que é transitório, que nasce e morre, porque é que nós não cuidamos do nosso corpo eterno, da nossa alma? Ah, mas nós nem sabemos se temos alma ou não. E o pior é que nós não sabemos mesmo.

Bem, eu sei que eu tenho uma alma e eu cuido dela. Como? Liguei a televisão no canal 4 e está passando um filme de drama. Se eu o assisto, se eu entrar em sintonia com ele, dez minutos depois estou alguém dramático, a vida para mim é terrível, eu começo a ter vontade de chorar, fico triste e a minha visão de vida daquele momento fica profundamente influenciada por aquela alimentação que eu deixei penetrar no meu espírito através do meu psiquismo. A minha atenção psicológica ficou fixada passivamente recebendo aquelas informações. Nos somos tão influenciados que, se a gente mudar de canal e tiver passando uma comédia e nós fixarmos a nossa atenção na comédia, dez minutos depois já estaremos rindo, achando a vida um grande barato, que a vida é uma maravilha. Fulano, que era chato, já não é mais, é uma pessoa maravilhosa, me dá até vontade de falar com ele, estou com saudade.

Mudo de canal e está passando um filme de terror. Dez minutos depois eu já acho que tem um espírito atrás de mim, já tem alguém mexendo na cortina, já começo escutar barulhos estranhos.

Mudo de canal, um filme com fortes conotações sexuais. Dez minutos depois eu já estou completamente excitado, ou seja, do jeito que o alimento penetra no nosso corpo físico, o alimento espiritual penetra no nosso corpo espiritual através do psiquismo, da nossa fixação, da ressonância que isso provoca em nós.

Ora bolas, se eu olho para uma feijoada estragada e não como, porque eu sei que me vai fazer mal, por que é que diabos eu fico fixando a minha atenção num monte de coisas que não presta e que não vai edificar nada no meu psiquismo? Mas, no entanto, ficamos assistindo um monte de coisas sem futuro na televisão, conversamos um monte de coisas sem futuro com um monte de gente, falando mal da vida alheia, inventando defeito para terceiros, quíntuplos, sétuplos, esquecidos de cuidar de nós próprios. Nós somos uma tragédia porque nos falta bom senso.

É até engraçado, nós achamos que o mundo inteiro está errado, mas, eu não. Se o mundo inteiro só dependesse de mim seria uma maravilha, mas, tem fulano, tem beltrano com aquelas esquisitices. Eu não tenho esquisitice nenhuma.

E assim nós vamos cada vez mais cultuando e aplaudindo aqueles elementos que temos no nosso cérebro, a partir dos quais criamos a nossa visão de mundo e jamais nos habilitamos para nos modificar diante da realidade. Então, seremos os mesmos palermas de sempre, pensando as mesmíssimas coisas, acreditando nas mesmíssimas verdades. O universo todo se transforma a cada momento e nós ficamos presos aos mesmos valores.

Os amigos espirituais costumam dizer que, quem nasceu no ocidente “dançou”, não consegue evoluir muito. Sabem porque? Porque não há nenhuma língua ocidental que tenha conceitos, que tenha adjetivos que nos permita tornar o nosso cérebro mais habilitado no progresso espiritual. Somente os que nascem no oriente, na Índia, desde que se estude o sânscrito se tem a possibilidade de uma vida com um avanço espiritual mais significativo. O sânscrito é a única língua da Terra que tem vocabulário suficiente para definir os padrões cerebrais do progresso espiritual. Somente através da utilização dessas palavras é que o cérebro humano consegue conceber determinados conceitos. Sabendo se posicionar em relação a esses conceitos o ser humano saberá em que degrau da escada ele se encontra, na busca daquela questão ele está desenvolvendo.

Por exemplo. Aqui no ocidente nos acostumamos a usar a palavra sabedoria, para resumir algo extremante profundo: Fulano é sábio. E não passamos desse adjetivo. Sábio é tudo o que podemos dizer. Ele é muito, muito sábio, ele é pouco sábio, ele é mais ou menos sábio. E ficamos no sábio. No sânscrito existem dezenas de palavras somente para definir os tipos de sabedoria que um ser humano pode atingir em uma vida. A Mais profunda delas é Ajnani, uma sabedoria que o ser humano somente terá se tiver bom senso suficiente para interagir com a realidade que o envolve. Nesse nível de consciência, nesse nível de sabedoria ele passa a perceber o obvio. Acima desse nível só os tipos de sabedoria de alguém iluminado, que é muito mais que um sábio. Abaixo desse nível encontram-se diversos níveis de sabedoria, como aqueles como nós, que buscam a evolução espiritual. Evoluímos na medida em que modificamos a nossa visão de mundo para melhor.

Por que quem nasce do ocidente não vai a canto nenhum? Porque não sabe nem se avaliar diante desses padrões. Nós nem sabemos que existem esses padrões. Qualquer Zé Bozó, na Índia, que estude o sânscrito e o hinduísmo com as cores de honestidade e princípios sabe disso.

Quando ele vai falar com o seu Guru e esse diz: “meu filho, é conveniente que você largue essa visão de mundo que você tem e tente chegar nessa aqui. Para isso você deverá fazer isso mais isso. Mas, à sua maneira, à seu modo”. O discípulo tenta seguir as orientações do seu mestre espiritual.

Tudo isso, porque há cinco mil anos nasceram espíritos maravilhosos em diversas cidades da Índia, que criaram, através de um esforço conjunto, diversas visões de mundo, através da língua chamada sânscrito. É por isso que essa é a única língua da Terra que permite ao ser humano ir medindo o tipo de visão de mundo que ele têm, sabendo que não é aquela a melhor visão que deve se ter da realidade. Eles são estimulados para que possam evoluir progredindo sempre, até se unificarem ao circuito amoroso do Pai. É isso que Krisha disse a Arjuna, em conversas do Bhagavad-Gita, parte do Mahabarata, um épico Hindu. Krisha, o grande Mestre, um avatar, um Deus feito homem e Arjuna, representando todos nós, seres humano que buscam.

Arjuna pergunta e Krisha responde. O discípulo e o Guru. Krisha forçando a Arjuna a modificar a sua visão de mundo, para que ele tivesse cada vez mais o entendimento amplo, o bom senso realmente inteligente diante da realidade.

Para que os amigos espirituais estão falando isso hoje? Pelo motivo bem simples.

Cada um de nós se julga o rei do bom senso, na medida em que achamos que nossas opiniões estão corretas. Os amigos espirituais dizem que, dentro de alguns poucos anos deverá ocorrer um evento, a chegada de Jesus, sendo o primeiro contato oficial entre seres de fora e os terrenos. Tudo o que nós nos acostumamos a pensar e formular opinião sobre isso ou aquilo, nada ou muito pouco do bom senso que achamos que temos servirá para alguma coisa.

Melhor seria se nós não tivéssemos opinião sobre coisa alguma, se nós não soubéssemos de coisa alguma, se nós não acreditássemos em nenhuma verdade, porque mais rápido e mais facilmente se conseguira perceber o obvio, aprendendo mais rápido do que aquele que tem trezentas opiniões, trezentas verdades incrustadas. Esse, para perceber o novo, terá muita dificuldade, já que seus elementos cerebrais estão todos viciados de acordo com toda uma história cultural que ele vivenciou.

Os amigos espirituais estão tentando nos dizer que, tudo o que foi falado hoje serve para que cada um de nós descubra, através de processo de autoconhecimento, algumas opiniões que formam a base do nosso psiquismo. É nessa base que surgem as verdades que acreditamos.

Essa é a única geração da história da humanidade, que vai ter o privilegio de se defrontar com o que vem por ai. E não vai se deparar com nada novo, isso é mais velho do que todos nós. Mas como nós estamos isolados da convivência com os outros orbes isso parece uma grande novidade, então vamos usar a palavra “novo”. Nós vamos ser a primeira geração a nos defrontar com o obvio. O obvio é que nós não estarmos sozinhos no universo. Evolvendo a vida terrena existem a realidade espiritual e a realidade cósmica extraterrestre. Temos que estudar essas duas componentes para bem compreender a função do ser humano na Terra.

Somente poderemos responder as nossas questões filosóficas: quem somos, de onde viemos, o que estamos fazendo nesse mundo e qual a função da vida. Se nós estudarmos essas duas componentes: a espiritual e a extraterrena. Somente nos habilitamos a fazer isso de forma razoável e inteligente quando nos despirmos do preconceito, quando nos desnudarmos das vestes de opiniões religiosas que nos acostumamos a ter.

Isso não é fácil, é o renascer que Jesus dizia: “olha, ninguém adentra aos reinos dos céus se não renascer constantemente a cada dia, a cada hora, a cada segundo”. Quer dizer que eu devo virar alguém sem personalidade? Isso não tem nada a ver com personalidade. O sábio verdadeiramente o sábio sabe que não sabe coisa alguma. Sócrates dizia: A verdadeira sabedoria consiste em admitir a própria ignorância, porque somente assim o ser humano não se apega a nenhum conceito. Se ele não se apegar a nenhum conceito estará sempre apto a aprender.

Como é que alguém agarrado a 500 verdades pode aprender, se não abrir mão do que pensa, do que acha é que é o certo? Ou seja, ele pensa que sabe de alguma coisa e não quer abrir mão dos conceitos que tem. Os verdadeiros sábios da humanidade, Sócrates, Lao Tse, Confúcio, Jesus, alguns homens e mulheres maravilhosas do passado testemunharam que, na condição humana não dá para pretender saber muita coisa, a única verdade que podemos perceber, é a validade do “amai-vos uns aos outros”. Se eu quero ser bem tratado, eu devo tratar bem. Qualquer ser humano pode perceber o obvio dessa assertiva, tudo o mais é motivo de discussão, vai depender do bom senso de cada um.

E como nós são somos os melhores alunos dessa parte da galáxia, para percebermos o nosso bom senso é só vermos a vida que nós criamos aqui na Terra. Por sermos loucos criamos essa loucura que está ai.

Ninguém se engane, ninguém virá lá de fora para fazer por nós o que nós precisamos ter vergonha na cara e fazer aqui na Terra, que é acabar com esse estado caótico que nós criamos na nossa história terrena. É a miséria material e a miséria moral que marca esse mundo.

Se não modificarmos a nossa visão de mundo, se nós não procurarmos educá-la a cada dia, a cada segundo da existência, se nós não seguirmos os conselhos de Quetzalcoatl que viveu há cinco mil anos, na cidade de Tula, nós não chegaremos a canto nenhum. Ele dizia: “Viva a tua vida como se a cada segundo você estivesse construindo uma grande obra de arte”.

Os espíritos dizem: orai e vigiai. Quetzalcoatl disse de forma muita mais poética, há cinco mil anos: “Vigia-se a cada segundo da sua existência, como se a sua preocupação com tudo que você faz seja como se você estivesse sempre preocupado em construir uma grande obra, que é a obra da sua existência. E, quando você olhar para trás, você sempre se sentirá bem com o que fez, com o que está fazendo e saberá a onde você quer chegar porque terá um projeto de vida”.

Ah, então eu vou comprar um livro que me ensine a ter um projeto de vida! Não é por aí, crie o seu. Para isso é preciso esforço intelectual e esforço psicológico. Prato feito é barato porque não presta, as diarréias da vida, estão ai para mostrar isso.

Jan Val Ellam
Grupo Atlan, Natal 09/05/05

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2 comments

  1. Narciso

    Amigos irmãos, me enche de alegria a perspectiva de um futuro onde os seres deste planeta vivam suas vidas de forma mais construtiva.
    O caos geral oprime os seres de mente livre a ponto de impor sobre seus pisquismos uma necessidade em se enquadrar em toda essa loucura.
    E aqueles que ja conseguiram se libertar minimamente deste falso bom senso geral, se encontram extremamente deslocados por não conseguirem mais ver a lógica normal da sociedade.
    Quem bom que o divino que vive em cada alma não perde a oportunidade de utilizar deste “desespeiro” para aplicar verdadeiras lições em nossas vidas.

    A mim só resta agradecer ao amigo irmão rogério que semeia pérolas aos porcos a fim de alimentar suas almas sedentas de mudanças.

  2. Rosane

    Estava procurando algo sobre visão de mundo, mas para poder trabalhar minhas ideias sobre o assunto. Na realidade para o curso que faço: Pedagogia. Me perdi lendo este “IMENSO texto”. Uau, amei. Muito sábias as palavras. Parabéns!

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