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	<title>Projeto Orbum &#187; arqueologia</title>
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		<title>Bíblia mais antiga é publicada online</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 04:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
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O Codex Sinaiticus foi manuscrito por quatro escribas gregos em couro animal, um material conhecido como velino, na metade ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2009/07/bible-20090706120636.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-567" style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="bible-20090706120636" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2009/07/bible-20090706120636-300x160.jpg" alt="bible-20090706120636" width="300" height="160" /></a></p>
<p>LONDRES &#8211; As partes sobreviventes da mais antiga Bíblia do mundo serão <a href="http://www.codexsinaiticus.org/en/">reunidas online</a> nesta segunda-feira (06/07).</p>
<p>O Codex Sinaiticus foi manuscrito por quatro escribas gregos em couro animal, um material conhecido como velino, na metade do século 4, mais ou menos no período em que o imperador romano Constantino, o Grande, adotou o cristianismo como religião oficial do Estado.</p>
<p>Nem todo o documento sobreviveu aos estragos do tempo, mas as páginas que ainda existem incluem todo o Novo Testamento e a cópia sobrevivente mais antiga dos Evangelhos escritos em diferentes momentos depois da morte de Cristo pelos quatro evangelistas: Mateus, Marcos, Lucas e João.</p>
<p>As 800 páginas e fragmentos que restam da Bíblia &#8211; que originalmente tinha 1.400 páginas &#8211; contêm igualmente uma cópia do Velho Testamento. A outra metade se perdeu.</p>
<p>&#8220;O Codex Sinaiticus é um dos mais antigos tesouros escritos do mundo&#8221;, disse Scot McKendrick, diretor de manuscritos ocidentais na British Library.</p>
<p>&#8220;Esse manuscrito de 1.600 anos de idade oferece um vislumbre sobre o desenvolvimento do cristianismo em seus primeiros anos e provas em primeira mão de como o texto da Bíblia foi transmitido de geração em geração&#8221;, disse.<br />
Os textos incluem numerosas revisões, acréscimos e correções realizados ao longo de sua evolução.</p>
<p>&#8220;O Codex é provavelmente o maior livro encadernado a ter sobrevivido&#8221;, afirmou McKendrick, informando que cada página tem 40 centímetros de altura por 35 de largura.</p>
<p>&#8220;Em termos críticos, ele marca o claro triunfo dos códices encadernados sobre os rolos de papiro &#8211; um importante marco para determinar a maneira como a Bíblia cristã se transformou em texto sagrado&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Os textos são uma compilação de seções guardadas pela British Library, de Londres; pelo mosteiro de Santa Catarina do Sinai, no Egito; pela Biblioteca Nacional da Rússia e pela biblioteca da Universidade de Leipzig, na Alemanha.</p>
<p><em>Fonte: <span style="font-family: arial; font-size: xx-small;">Reuters</span></em></p>
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		<title>O Calendário Maia</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2009 07:49:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arqueologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Por que o Calendário Maia cita uma data cabalista de 2012?
Há cerca de 5.000 anos, onde hoje se situa a capital do México, existia uma cidade lendária chamada Tula. Lá, uma virgem chamada Chimalma, que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por que o Calendário Maia cita uma data cabalista de 2012?</strong></p>
<div id="attachment_293" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2009/04/mayan.jpg"><img class="size-full wp-image-293 " style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="mayan" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2009/04/mayan.jpg" alt="O calendário Maia não é maia, é Tolteca." width="240" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">O calendário Maia não é Maia, é Tolteca.</p></div>
<p>Há cerca de 5.000 anos, onde hoje se situa a capital do México, existia uma cidade lendária chamada Tula. Lá, uma virgem chamada Chimalma, que gerou um filho chamado <a id="aptureLink_lTEiduWMWx" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quetzalc%C3%B3atl">Quetzalcoatl</a>, um dos maiores avatares que o mundo já viu. Ele semeou no mundo a primeira doutrina espiritualista  os espíritos fizeram isso na segunda metade do século XIX, quase 5000 anos depois.</p>
<p>Essa doutrina dizia que o ser humano poderia conviver e manter contatos com os seus ancestrais e com os deuses, para isso, deveria levar uma vida digna e ética, para que a faculdade superior de cada um pudesse ser despertada através da vida em contato com a natureza, nos estudos das coisas sagradas e dos padrões do que naquele tempo era considerado como ciência.</p>
<p>Esse estranho homem tinha também poderes divinos. Da mesma forma que Jesus convivia com anjos, ele também se transfigurava para poder falar com esses seres. As lendas sobre Quetzalcoatl dizem que ele também tinha essas características, existiam livros e mais livros sobre essas qualidades a seu respeito, mas os espanhóis destruíram tudo quando se encontraram com os Incas, no século XVI.</p>
<p><span id="more-285"></span></p>
<p>Quetzalcoatl foi uma das maiores lendas da cultura do mundo tolteca. Essa foi a cultura mãe de todo o continente americano, ela era tão avantajada, no sentido de conhecimento e de progresso, que quando ela decaiu, com base na herança cultural dos<a id="aptureLink_f6C4IQtkX1" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tolteca"> Toltecas</a>, surgiram os <a id="aptureLink_1cEoaf4RcS" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Civiliza%C3%A7%C3%A3o%20maia">Maias</a>, os <a id="aptureLink_ekXyZZlTDq" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Inca">Incas</a> e os <a id="aptureLink_iDHoqBfACd" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Astecas">Astecas</a>, as três grandes culturas mais recentes da história do continente. Essas três raças herdaram da sua cultura mãe (os Toltecas) tudo o que sabiam, o calendário veio junto com esse legado.</p>
<p>O calendário Tzolkin foi feito no tempo dos Toltecas, por figuras não terrenas que conviviam com Quetzalcoatl.  Ele passou para as mãos de outros povos, que se convergiram e criaram o povo Maia. O calendário passou de geração em geração e foi encontrado entre os maias, mas não é um calendário maia. Os maias diziam claramente que eles não sabiam direito como aquele calendário tinha sido feito, que foram os seus ancestrais.</p>
<p>Existem muitos livros que afirmam que o calendário é dos maias, mas não é. Existe um livro de <a id="aptureLink_AkK5uMRm5W" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Graham%20Hancock">Graham Hancock</a> chamado de <a id="aptureLink_zSgzCLkchO" href="http://www.editoras.com/record/054718.htm">Digitais dos Deuses</a>, que analisa esse assunto muito bem. Quem fez esse calendário tinha que ter um conhecimento astronômico que somente no século XX se fez presente na cultura terrena. Ele mede um ciclo do giro do eixo da Terra, em relação à esfera celeste, e percebe que a cada ciclo, de aproximadamente 5.125 anos, ocorre o que eles chamam de eras.</p>
<p>Esse tal calendário fala que já existiram 4 grandes eras de aproximadamente de 5000 e poucos anos: a primeira foi destruída pelo fogo, a segunda foi destruída por terremotos, (a terceira não foi comentada) e a quarta era foi destruída pelo dilúvio.</p>
<p>Segundo o que eles acreditam, essa última era do calendário teve inicio no ano 3114 a.C., na época em que os deuses chegaram de novo na Terra, ficaram algum tempo, saíram e prometeram retornar no final dessa era, que termina em 23 de dezembro de 2012.</p>
<p>De 3114a.C. a 2012d.C. corresponderia a essa última era, que os Hindus chamam de <a id="aptureLink_pIt0QaeJko" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kali%20Yuga">Kali Yuga</a>, a última de um processo de cinco eras, em que a humanidade haverá de se renovar.</p>
<p>Também converge para o final dessa época o que tradição Judaica Cristã chama de Juízo Final, ou Julgamento dos Vivos e dos Mortos, ou Separação do Joio e do Trigo; a doutrina espírita chama de Reciclagem Espiritual, quando a Terra passará de um mundo de expiação e provas, para se tornar um mundo regenerado.</p>
<p>Ou seja, nós estamos vivendo exatamente os últimos dias dessa era, o seu final também é relatado no Apocalipse como sendo o momento em que sétimo anjo tira o lacre do sétimo livro e se percebe no céu um silêncio de meia hora por ser um momento muito solene e importante. No final do Apocalipse, capitulo 22, versículo de 7 a 12, João registrou as últimas palavras que Jesus deixou como legado para essa humanidade: <em>“Eis que eu venho em breve, felizes os que cumprem as palavras da profecia desse livro. Que o injusto faça ainda injustiça, que o impuro pratique impurezas, que o justo faça justiça e que o santo se santifique mais ainda, eis que eu venho em breve e trago comigo a minha recompensa, para dar a cada um conforme as próprias obras”.</em></p>
<p>Jesus pertence ao colegiado de avatares, do qual faz parte o espírito que encarnou como Quetzalcoatl  que posteriormente foi Rama, Krishna e hoje está encarnado como Sai Baba  juntamente com outros avatares. Todos eles delegaram a Jesus a função de presidir esse momento de transição planetária.</p>
<p>De todos os avatares que vieram à Terra, somente um foi tratado violentamente pela a humanidade e ainda quando jovem, mesmo assim, Jesus deu o maior exemplo de testemunho de amor.</p>
<p>Em suma, todas as noticias de profecias, de renovação planetária, de hecatombe, disso e daquilo outro, convergem para esse momento que nós estamos vivendo. O calendário “Maia”, feito pelos toltecas, aponta o inicio desse período; a cultura judaica cristã, na Bíblia, só fala desse último período; o Mahabharata, no Bhagavad-Gita, só fala desse último período. Vejam como os Toltecas sabiam das coisas, esse calendário fala de todos os períodos.</p>
<p>Detalhe: Há 15 dias, aqui na reunião e também nas palestras, agora em São Paulo, me perguntaram sobre os hecatombes, os furações, o tsunami, se havia chegado o momento dos grandes desencarnes.</p>
<p>Pessoal, o momento dos grandes desencarnes já passou! <a id="aptureLink_Gp5h03xFc7" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mao%20Ts%C3%A9%20Tung">Mao Tsé Tung</a>, <a id="aptureLink_t2jHa0cGFK" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Adolf%20Hitler">Hitler</a>, <a id="aptureLink_rz4Z7VN04X" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Josef%20St%C3%A1lin">Stalin</a>, essas três figuras, sozinhos, assassinaram e trucidaram mais de 180 milhões de pessoas, na primeira metade do século XX. Não tem nada para acontecer na Terra pior do que isso, ainda pode acontecer uma explosão nuclear aqui ou acolá, provavelmente no ano que vem, talvez, mas de pequena proporções, serão localizadas, vão morrer talvez entre 800 mil a 1 milhão pessoas, sei lá&#8230; Mas nada é tão doloroso quanto o que já for feito aqui na Terra no inicio do século XX.</p>
<p>Finalizando, o calendário maia que não é maia  é tolteca, é simplesmente um cronograma feito por mentes não terrenas e foi deixado de presente para que os homens e mulheres terrenas pudessem perceber o contexto cósmico que nos rodeia. É a nossa existência na Terra, mas também nós não entendemos coisa alguma, vamos todos entender a partir de agora, após o primeiro contato.</p>
<p><strong><br />
Jan Val Ellam<br />
<span style="font-weight: normal;">Natal, 26.09.05</span></strong></p>
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		<title>Arqueoastronomia, Pensemos mais um pouco.</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 22:06:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
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		<category><![CDATA[arqueologia]]></category>
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TERRA É UM PLANETA DE REALIDADE TRANSITÓRIA, o que é caracterizado, sobretudo, pelo fato de tudo o que aqui nasce possuir, em seu código genético, o germe da morte. E isso é só o que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2009/03/antigos.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-159" title="antigos" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2009/03/antigos.jpg" alt="antigos" width="645" height="200" /></a></p>
<p>TERRA É UM PLANETA DE REALIDADE TRANSITÓRIA, o que é caracterizado, sobretudo, pelo fato de tudo o que aqui nasce possuir, em seu código genético, o germe da morte. E isso é só o que se sabe, pelo menos por enquanto, acerca dos mistérios que envolvem a vida biológica em nosso planeta.</p>
<p>Mas há pesquisadores que se empenham em descobertas e raciocínios mais lógicos, e estão avançando como podem. Para a nossa ciência, o planeta Terra possui 4 bilhões e 600 milhões de anos, sendo que após 800 milhões de anos da sua origem surgiu uma molécula com um código de <a id="aptureLink_KJdwna4wF0" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DNA">DNA</a>. Até hoje, contudo, não se concebe como uma molécula tão complexa, possuidora do código da vida, tenha surgido nas condições que a Terra apresentava naquela época, pois aqui não são encontradas as substâncias químicas que a formaram e nem o ambiente necessário para que essa molécula de <a id="aptureLink_KJdwna4wF0" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DNA">DNA</a> tenha surgido espontaneamente, restando a opção de que ela veio de fora, de que poderia ter sido trazida por um meteoro ou cometa. <a id="aptureLink_HioBpUqNkm" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis%20Crick">Francis Crick</a>, contudo, ganhador do prêmio Nobel por ter descoberto as hélices do <a id="aptureLink_KJdwna4wF0" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/DNA">DNA</a> (1994), descartou a hipótese dos astros, ou seja, da <em>Panspermia Balística</em>, porque, em sua opinião, esse complexo código genético não chegaria aqui ileso se tivesse sido transportado em condições tão precárias. Para Crick, restou a conclusão lógica de que alguém o trouxe para a Terra intencionalmente, portanto, algum ser inteligente.</p>
<p><span id="more-155"></span><br />
Tangendo o universo da nova ciência, a arqueoastronomia, verificamos que o egiptólogo <a href="www.robertbauval.co.uk" target="_blank">Robert Bauval</a>, estudando as três pirâmides de Gisé, percebeu que a pirâmide do meio saía levemente do alinhamento em relação às outras duas, mas ele não entendia o porquê de construtores tão detalhistas terem permitido esse fato. Posteriormente, o egiptólogo chegou à conclusão de que esse pequeno desvio correspondia exatamente à mesma variação de ângulo das três estrelas da <a id="aptureLink_ftVNHxvjDB" href="http://www.youtube.com/watch?v=YmXy6F-tmAQ">constelação de Órion</a> (popularmente conhecida como “as três Marias”).  Ele mediu a distância astronômica e as variações de ângulo das três estrelas, mediu a distância das três pirâmides e suas variações de ângulos e constatou que o construtor tinha copiado, com precisão, as coordenadas astronômicas das três estrelas. Concluiu, então, que quem fez esses cálculos tinha grande conhecimento de Astronomia. Bauval, juntamente com o jornalista <a id="aptureLink_XFxTW5BgCp" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Graham%20Hancock">Graham Hancock</a>, utilizando um programa de computador, pesquisaram para saber se houve e quando teria ocorrido uma superposição de Órion sobre aquele local e verificaram que no ano <strong>10450 a.C.</strong> as três estrelas estavam exatamente em cima das pirâmides.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/75747140@N00/190335499"><img class="alignleft" style="border: 0pt none; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="~Sublime~" src="http://farm1.static.flickr.com/77/190335499_91dae686c2_m.jpg" border="0" alt="~Sublime~" hspace="5" width="180" height="240" /></a>Posteriormente, esses mesmos pesquisadores, estudando os templos de <a id="aptureLink_Zv8bf7yjjK" href="http://www.flickr.com/photos/tylerdurden/361274809/">Angkor Wat</a>, no Camboja, perceberam o que o número de templos e o desenho que eles formavam no solo correspondiam ao mesmo número de estrelas, o mesmo formato e as mesmas variações de ângulo da <a id="aptureLink_3axIBJ5MOx" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Constela%C3%A7%C3%A3o%20do%20Drag%C3%A3o">Constelação de Dragão</a>.  Mais uma vez foram ao programa de computador e verificaram que também em <strong>10450 a.C. a</strong> Constelação de Dragão estava exatamente em cima dos templos. Baseados nisso, começaram a estudar várias <strong>construções monolíticas</strong> antigas como a de <a id="aptureLink_YxFsGWAozm" href="http://blip.tv/file/1917096">Teotihuacan</a>, no México, as de<a id="aptureLink_COZDYjXd5q" href="http://www.youtube.com/watch?v=fbd43NeQwCw"> Tiahuanaco</a>, na Bolívia, dentre outras, e perceberam que todas foram construídas com o intuito de representar na Terra as constelações do céu como ele era no ano <strong>10450 a.C.</strong> A <a id="aptureLink_bIAFGiZT98" href="http://www.flickr.com/photos/70649980@N00/3025486/">esfinge, no Egito</a>, tem o corpo de leão, o rosto de homem e está olhando para um ponto fixo. Mais uma vez o computador foi consultado e os dois constataram que em <strong>10450 a.C.</strong> a <a id="aptureLink_3HE5iRX1Z7" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Constela%C3%A7%C3%A3o%20de%20le%C3%A3o">Constelação de Leão</a> (atentar para o formato do corpo da esfinge) estava no ponto de visão da esfinge. Chegaram, enfim, à conclusão inevitável de que houve um consenso no passado, de espalhar pela Terra monumentos que representassem o mapa geográfico astronômico do ano <strong>10450 a.C.</strong> Vale observar que nós só aprendemos a fazer esses cálculos matemáticos no século passado.</p>
<p>Arqueólogos egípcios e americanos, analisando o calcário utilizado na construção da esfinge, descobriram que ela foi feita há mais de 10 mil anos. Conseqüentemente, ela teria sido construída antes da construção das primeiras cidades da <a id="aptureLink_XdgV08HPIl" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Mesopotamia">Mesopotâmia</a>. Ou seja, temos, obrigatoriamente, de concluir que houve uma outra civilização antes de nós. Mas a que nos remete essa maravilhosa e tão necessária ciência nova em nossa reflexão?</p>
<p>Pensemos mais um pouco. Antes do surgimento da<a id="aptureLink_Ku2mpb2VML" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia"> Filosofia</a>, na <a id="aptureLink_cBkYEHs1eQ" href="http://maps.google.com/maps?om=0&amp;iwloc=addr&amp;f=q&amp;ll=39.074208%2C21.824312&amp;hl=en&amp;z=3&amp;ie=UTF8">Grécia</a>, o conhecimento era advindo dos mitos e muitos deles descreviam o convívio normal dos deuses com os seres humanos. Depois de um tempo dessa convivência, os deuses foram embora com a promessa de voltar. Várias culturas apresentam em suas <a id="aptureLink_qu8FTvEYrE" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia">mitologias</a> essa relação terrena de deuses com os seres humanos. Na Austrália foram encontradas pinturas de 5 mil anos com desenhos de ETs; no Museu de Bogotá, na Colômbia, encontram-se esculturas de naves espaciais feitas há mais de mil anos. A Bíblia fala sobre nuvens luminosas, o <a id="aptureLink_GfeFetX7yp" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maab%C3%A1rata">Mahabharata</a>, poema épico hindu, cita as <a id="aptureLink_WCUuUljZdY" href="http://www.youtube.com/watch?v=A9lxOfULLaI">vimanas</a>, que eram máquinas voadoras que “podiam vencer distâncias infinitas”; os livros tibetanos Tantjua Kantjua fazem referências a máquinas voadoras pré-históricas chamadas de “pérolas do céu”.</p>
<p>Há cerca de 5 mil anos, onde hoje se situa a capital do México, existia uma cidade lendária chamada <a id="aptureLink_su50IpqLzE" href="http://www.youtube.com/watch?v=jsIyNaqhHNI">Tula</a>. Segundo a lenda, uma virgem chamada Chimalma gerou um filho chamado <a id="aptureLink_K57uxnYeSO" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quetzalc%C3%B3atl">Quetzalcoatl</a>. Ele propagou uma doutrina que dizia que o ser humano poderia manter  contatos com os seus ancestrais e com os deuses. Para isso era necessário ter uma vida digna e ética, viver em contato com a natureza, estudar as coisas sagradas e ter conhecimento do que hoje é tido como Ciência, para despertar as faculdades superiores. Quetzalcoatl, como Jesus, também se transfigurava e falava com os anjos. Ele foi uma das maiores lendas da cultura <a id="aptureLink_DtMmx64jLU" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Toltecas">tolteca</a>. Os toltecas deixaram como herdeiros culturais os povos maias, incas e astecas.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/37981247@N00/12493881"><img class="alignright" style="border: 0pt none; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="P3122748" src="http://farm1.static.flickr.com/10/12493881_0b7dbd69a2_m.jpg" border="0" alt="P3122748" hspace="5" width="240" height="180" /></a>No seu legado veio um calendário que hoje é conhecido como <a id="aptureLink_GpwH9iT5xc" href="http://www.flickr.com/photos/8865083@N07/1110153076/">Calendário Maia</a>, mas estes diziam que o calendário havia sido feito por seus ancestrais, que seriam os toltecas. No livro “<a id="aptureLink_Zj26m2N7mt" href="http://www.editoras.com/record/054718.htm">Digitais dos Deuses</a>” <a id="aptureLink_XFxTW5BgCp" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Graham%20Hancock">Graham Hancock</a> refere-se a esse calendário. Quem o fez tinha um conhecimento astronômico que só foi obtido pela nossa cultura século 20. Eles mediram um ciclo do giro do eixo da Terra, em relação à esfera celeste, e perceberam que a cada ciclo de aproximadamente 5125 anos ocorre uma era. Para os planejadores do calendário já existiram quatro grandes eras: a primeira foi destruída pelo fogo, a segunda por terremotos, a terceira pelo vento e a quarta pelo dilúvio. Segundo o que eles acreditam, essa última era do calendário teve início no ano 3114 a.C., na época em que os deuses chegaram mais uma vez na Terra, permaneceram algum tempo e saíram prometendo retornar no final dessa era, que termina em 23 de dezembro de 2012.</p>
<p>O “<a id="aptureLink_qamvYhPMsW" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bhagavad%20Gita">Bhagavad-Gita</a>”, livro que faz parte do Mahabharata, cita a era de Kali Yuga, que corresponde ao período de 3114 a.C. a 2012 d.C. Para eles, essa era é a última de um processo de cinco eras e que após essa última, a humanidade se renovará. A tradição judaico-cristã chama esse período de “Juízo Final” ou “Separação do Joio do Trigo”; a doutrina espírita o chama de “Reciclagem Espiritual”, quando a Terra passará de um mundo de expiação e provas para um mundo regenerado.</p>
<p>No livro “<a id="aptureLink_QoeL35wujA" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%B3digo%20da%20B%C3%ADblia">O Código da Bíblia</a>”, o repórter <a id="aptureLink_vAE1JGrz1N" href="http://www.skepsis.nl/drosnin.jpg">Michael Drosnin</a> refere-se ao trabalho do matemático israelense <a id="aptureLink_DyZKKQE5fu" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eliyahu%20Rips">Eliyahu Rips</a>. O matemático descobriu que os cinco primeiros livros do Antigo Testamento da Bíblia possuem um código que profetisa vários fatos ocorridos recentemente na nossa história contemporânea como, por exemplo, o assassinato do Presidente dos Estados Unidos, John Kennedy, levando-nos a concluir que foi uma inteligência superior à da nossa comunidade científica atual que entregou esses livros a Moisés, pois até hoje não conseguimos prever o futuro. São muitas evidências de que nós tivemos contatos com seres de fora, que se foram rometendo voltar.</p>
<p>Para <a id="aptureLink_ryByavxoFB" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pit%C3%A1goras">Pitágoras</a>, o criador da palavra filosofia, a sabedoria plena e completa é própria dos deuses e o homem só pode almejá-la tornando-se filósofo, buscando amorosamente a verdade. Segundo ele, estamos em um ciclo de reencarnações para purificação dos nossos espíritos e só assim deixaremos de nascer na Terra. Nos seus últimos momentos na prisão, <a id="aptureLink_FIaYkZHKed" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%B3crates">Sócrates</a>, em longa conversa com Fédon, comenta o que acontece com a alma após a morte do corpo. ”É uma opinião muito antiga que as almas, ao deixar este mundo, vão para o Hades, e que dali voltam para a Terra e retornam à vida após haverem passado pela morte”. Em outro momento da conversa, o filósofo diz que “lá há lugares maravilhosos e diferentes da Terra”, evidenciando a transitoriedade da vida terrena. <a id="aptureLink_HNReqLXHW8" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o">Platão</a> afirmava que já trazemos o nosso conhecimento conosco; que no mundo material não existe aprendizagem, mas sim, o processo de rememoração, pois o conhecimento fora adquirido antes de nascermos neste planeta.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/9390871@N06/1398244602"><img class="alignleft" style="border: 0pt none; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" title="Mother Earth" src="http://farm2.static.flickr.com/1379/1398244602_c99e646e4d_m.jpg" border="0" alt="Mother Earth" hspace="5" width="240" height="180" /></a>Hoje, muitas pessoas consideradas normais afirmam fazer <a id="aptureLink_XExmLR5YoL" href="http://www.youtube.com/watch?v=y6m65gosvmc">viagem astral</a> e há outras que dizem que se comunicam com os mortos. Será que diante de tantas evidências de que nós não somos quem pensamos ser, não estaria na hora de começar a nos dedicar à investigação da existência do espírito, para compreender que existe uma verdade que já está colocada no nosso passado, que já começou a ser escortinada e que somente com muita abertura mental poderemos vislumbrála, a distância, para que possamos compreender o nosso presente e conjeturar o nosso futuro? Para mim, esse é um propósito da Filosofia, desde a sua origem. Para alguns, a função da Filosofia é apenas terapêutica; a Verdade foi transformada em mero jogo de palavras. Será que isso é Filosofia, será que é o fim da Filosofia, ou acabaram-se os filósofos?</p>
<p>A nova crença de alguns da contemporaneidade é que as nossas alegrias e tristezas, lembranças e ambições, o nosso senso de identidade pessoal e <a id="aptureLink_xAjINHlKZS" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Livre-arb%C3%ADtrio">livre-arbítrio</a>, na realidade, são apenas o resultado do comportamento de um vasto complexo de células nervosas e suas moléculas associadas. Será? E se não for apenas isso? Não estaria na hora de a Filosofia começar a utilizar as descobertas científicas para reassumir a sua verdadeira função? Até quando nos basearemos na fé? Enquanto pensamos, alguns poucos, conhecidos ou anônimos, no mundo inteiro, dedicam as suas vidas a estudos e pesquisas no intuito de que saiamos da estagnação que nos acomete.</p>
<p><em><strong>Manoel Pereira Júnior</strong></em></p>
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