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		<title>Vestígios Inter-culturais da Civilização Védica</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 04:48:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
O antigo poeta grego Arato de Solos nos conta a seguinte história sobre a constelação de Virgo:
- Virgo – ele diz – talvez tenha pertencido à raça estelar, os antepassados das estrelas antigas. Em tempos ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/05/Kurukshetra.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2803" title="Kurukshetra" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/05/Kurukshetra.jpg" alt="" width="590" height="411" /></a></h2>
<h2 style="text-align: justify;">O antigo poeta grego Arato de Solos nos conta a seguinte história sobre a constelação de Virgo:</h2>
<p style="text-align: justify;">- Virgo – ele diz – talvez tenha pertencido à raça estelar, os antepassados das estrelas antigas. Em tempos primitivos, na era de ouro, ela viveu entre a humanidade como a Justiça personificada e exortava as pessoas a aderirem à verdade. Nesta época, as pessoas viviam pacificamente, sem hipocrisia ou discussões. Posteriormente, na era de prata, ela escondeu-se nas montanhas, mas, ocasionalmente, ela descia de lá para repreender severamente as pessoas por seus atos maléficos. Mas, finalmente, chegou a era de bronze e as pessoas inventaram a espada. E então “provaram a carne das vacas, os primeiros a fazerem isso”. Neste momento, Virgo “voou para a esfera”; isto é, ela partiu para o reino celestial. <sup>[1]</sup></p>
<p style="text-align: justify;">A literatura Védica oferece uma descrição elaborada do universo como um cosmos – um sistema harmonioso e ordenado criado de acordo com um plano inteligente como uma habitação para os seres vivos. A visão moderna do universo é tão diferente da visão Védica que esta última é, atualmente, difícil de compreender. Em tempos passados, entretanto, cosmogonias similares ao sistema Védico eram amplamente difundidas entre as pessoas por todo o mundo. Eruditos da atualidade tendem a imediatamente descartar tais sistemas de pensamento como mitologia, apontando para sua diversidade e para suas estranhas ideias como uma prova de que são todos simplesmente produtos da imaginação.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao fazermos isso, contudo, talvez estejamos negligenciando importantes informações de algo que poderia lançar luz sobre o vasto e esquecido período que precede à curta extensão da história humana registrada. Certamente há muita evidência de contadores de histórias independentes na tradição de várias culturas, mas há também muitos temas em comum. Alguns desses temas se encontram de forma altamente desenvolvida na literatura Védica. Sua presença em culturas ao longo do mundo é consistente com a ideia de que, no passado distante, a cultura Védica exerceu influência mundial.<span id="more-2802"></span></p>
<p style="text-align: justify;">A literatura Védica, trata o tempo como uma manifestação de Krsna, o Ser Supremo. Como tal, o tempo é uma força controladora que regula as vidas dos seres vivos de acordo com um plano cósmico. Tal plano envolve repetidos ciclos de criação e destruição de variadas durações. O menor e mais importante desses repetitivos ciclos consiste nas quatro yugas, ou eras, chamadas Satya, Treta, Dvapara e Kali. Em tais sucessivas eras, a humanidade gradualmente descende de uma plataforma espiritual elevada para um estado degenerado. Então, com o começo de uma nova Satya-yuga, o estado original de pureza é restaurado e o ciclo recomeça.</p>
<p style="text-align: justify;">A história de Virgo ilustra que, no mundo mediterrâneo antigo, havia uma difundida crença em uma similar sucessão de quatro eras, conhecida por eles como as eras de ouro, prata, bronze e ferro. Nesse sistema, a humanidade também inicia na primeira era em um estado avançado de consciência e gradualmente se torna degradada. Também neste, os progressivos desenvolvimentos da sociedade humana não estão simplesmente evoluindo por processos físicos, mas são superintendidos por uma inteligência controladora superior.</p>
<p style="text-align: justify;">É válido observar que a história de Arato especifica o uso de vacas como alimento como um ato pecaminoso que desfaz o contato direto da humanidade com os seres celestiais. Tal detalhe é bastante condizente com a muito antiga tradição indiana de proteção à vaca, mas não é algo esperado no contexto da cultura grega ou europeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma explicação para similaridades entre ideias encontradas em diferentes culturas é que as pessoas têm, em toda parte, essencialmente a mesma estrutura psicológica, e, portanto, elas tendem, de modo independente, a produzir noções similares. Não obstante, detalhes como o ponto concernente à matança de vacas sugerem que estamos lidando aqui com tradições comuns, e não invenções independentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro exemplo de similaridades entre culturas pode ser encontrado entre os nativos da América do Norte. Os índios Dacota dizem que seus ancestrais foram visitados por uma mulher celestial que lhes deu o sistema de religião deles. Ela lhes apontou que há quatro eras, e que há um búfalo sagrado que perde uma perna a cada era. No momento presente, estamos na última era, uma era de degradação, e o búfalo tem uma perna apenas. <sup>[2]</sup></p>
<p style="text-align: justify;">Esta história é um paralelo bastante próximo da narrativa do Srimad-Bhagavatam do encontro entre Maharaja Pariksit e o touro do Dharma. Ali, é dito que Dharma perde uma perna a cada yuga sucessiva, deixando-o com apenas uma perna na presente Era de Kali.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o sistema Védico, a duração das eras de Satya, Treta, Dvapara e Kali são 4, 3, 2, e 1 vezes um intervalo de 432.000 anos respectivamente. Dentro desses imensos períodos de tempo, a duração da vida humana é reduzida de 100.000 anos em Satya-yuga para 10.000 anos em Treta-yuga, 1.000 anos em Dvapara-yuga e, finalmente, 100 anos em Kali-yuga.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que esta idéia é deveras estranha dentro da moderna visão evolucionista do passado. No mundo mediterrâneo antigo, no entanto, era amplamente acreditado que a história humana se estendia por períodos de tempo muitíssimo longos. Por exemplo, de acordo com registros históricos antigos, Porfírio (aprox. 300 a.C.) disse que Clístenes, um companheiro de Alexandre na guerra persa, despachou para Aristóteles registros babilônicos de eclipses, e que tais registros cobriam 31.000 anos. Similarmente, Jâmblico (século quarto) disse sob a autoridade do astrônomo grego da antiguidade Hiparco que os assírios haviam feito observações por 270.000 anos e que haviam mantido registros do retorno de todos os sete planetas à mesma posição. <sup>[3]</sup> Finalmente, o historiador babilônico Berosus especificou 432.000 anos para a duração total dos reinos dos reis babilônicos antes da Inundação. <sup>[4]</sup></p>
<p style="text-align: justify;">Não desejamos sugerir que tais afirmações sejam verdadeiras (ou que elas sejam falsas). O ponto aqui é que as pessoas na civilização mediterrânea antiga possuíam uma visão muito diferente do passado em relação à visão dominante da atualidade; e tal visão é amplamente consistente com a cronologia Védica.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a Bíblia seja bem conhecida por advogar um brevíssimo espaço de tempo para a história humana, é interessante notar que ela contém informações indicando que pessoas, em dado momento, viviam por cerca de 1.000 anos. No Antigo Testamento, as seguintes idades são atribuídas a pessoas vivendo antes da Inundação Bíblica: Adão, 930; Set, 912; Enos, 905; Matusalém, 969; Lemeque, 777; e Noé, 950. Se excluirmos Enós (que se diz ter sido levado para o céu em seu próprio corpo), essas pessoas viveram uma média de 912 anos. [5]</p>
<p style="text-align: justify;">Após a Inundação, todavia, as seguintes idades são registradas: Sem, 600; Arfaxad, 438; Selá, 433; Éber, 464; Pelegue, 239; Ragaú, 239; Serugue, 230; Nahor, 148; Terá, 205; Abraão, 175; Isaque, 180; Jó, 210; Jacó, 147; Levi, 137; Coate, 133; Aarão, 137; Moisés, 120; e Josué, 110. Estas idades demonstram um decline gradual para a média de 100 anos, similar ao que possivelmente aconteceu após o começo de Kali-yuga de acordo com o sistema Védico.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui, devemos mencionar de passagem que a Inundação Bíblica é aceita tradicionalmente como ocorrida no segundo ou terceiro milênio a.C., e a data tradicional na Índia para o começo de Kali-yuga é 18 de fevereiro de 3102 a.C.. Esta mesma data é citada como o tempo da Inundação em vários escritos persas, islâmicos e europeus dos séculos seis ao quatorze d.C. <sup>[6]</sup>. Como a Inundação do oriente médio veio a se associar com o começo de Kali-yuga? O único comentário que podemos fazer é que esta história mostra quão pouco realmente sabemos sobre o passado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em suporte à história bíblica de enorme duração da vida humana em tempos passados, o historiador romano Flávio Josefo citou muitos trabalhos históricos disponíveis em seu tempo:</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, quando Noé viveu 350 anos após a Inundação, e todo aquele tempo alegremente, ele morreu tendo o número de 950 anos, mas que ninguém, comparando a vida dos antigos com as nossas vidas, [...] usem a brevidade das nossas no presente como um argumento de que nenhum deles obteve tão longa duração de vida…</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, tenho por testemunhas daquilo que eu disse todos aqueles que escreveram Antiguidades, tanto entre os Gregos quanto entre os bárbaros, pois mesmo Maneton, que escreveu a história egípcia, e Beroso, que coletou os monumentos caldéios, e Mochus, e Histeu, e, além desses; Hierônimo, o egípcio; e aqueles que compuseram a história fenícia,  concordam com o que eu aqui digo: Também Hesíodo e Hecateu, Helanicus e Acusilau, além de Éforo e Nicolau, relatam que os povos antigos viviam mil anos: mas, quanto a essa questão, deixemos que cada um a olhe como considerar apropriado. <sup>[7]</sup></p>
<p style="text-align: justify;">Para nosso descontentamento, praticamente nenhuma das obras referidas a Josefo ainda existem, e isto novamente mostra o quão pouco sabemos do passado. Contudo, em existentes sagas nórdicas, diz-se que as pessoas, em tempos passados, viviam por muitos séculos. Além disso, as sagas nórdicas descrevem uma progressão de eras, incluindo uma era de paz, uma era quando diferentes ordens sociais são introduzidas, uma era de crescente violência, e uma degradada “era de punhais e machados com escudos bifendidos”. <sup>[8]</sup> A última era é seguida por um período de aniquilação, chamado Ragnarok, após o qual o mundo é restaurado à bondade.</p>
<p style="text-align: justify;">O Ragnarok nórdico envolve a destruição da Terra e das moradas dos semideuses nórdicos (de nome Asgard), e, deste modo, corresponde, na cronologia Védica, à aniquilação dos três mundos que sucede 1.000 ciclos de yuga, ou um dia de Brahma. É dito que, durante o Ragnarok, o mundo é destruído com chamas por um ser chamado Surt, que vive abaixo do mundo inferior (apropriadamente chamado Hel), e que esteve envolvido na criação do mundo. A guisa de comparação, o Srimad-Bhagavatam (3.11.30) afirma que, ao fim do dia de Brahma, “a devastação se dá devido ao fogo emanado da boca de Sankarsana”. Sankarsana é uma expansão plenária de Krsna que está “no fundo, na base do universo” (Srimad-Bhagavatam 3.8.3), abaixo dos sistemas planetários inferiores.</p>
<p style="text-align: justify;">Há muitas similaridades entre as cosmologias nórdica e Védica, mas há também grandes diferenças. Uma diferença marcante é que, no Srimad-Bhagavatam, todos os seres e fenômenos dentro do universo são claramente compreendidos como parte do plano divino de Krsna. Em contraste, na mitologia nórdica, Deus é conspicuamente ausente, e a origem e o propósito da maioria dos personagens são bastante obscuros. Surt, em particular, é um “gigante de fogo” cujas origens e razões não são claras nem mesmo para os especialistas em literatura nórdica <sup>[9]</sup>.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguém talvez pergunte: Se temas Védicos aparecem em várias sociedades diferentes, como alguém pode concluir que eles derivam de uma civilização Védica? Talvez eles tenham sido criados em muitos lugares de modo independente, ou talvez eles descendam de uma cultura desconhecida que é também ancestral ao que chamamos de cultura Védica. Assim, paralelos entre as narrativas de Surt e Sankarsana podem ser coincidências, ou talvez a narrativa Védica derive de uma história similar àquela de Surt.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa resposta a esta questão é que evidências empíricas disponíveis não serão suficientes para provar a hipótese de descendência de uma cultura Védica antiga visto que toda evidência empírica é imperfeita e sujeita a várias interpretações; mas podemos decidir se as evidências são consistentes ou não em validar esta hipótese.</p>
<p style="text-align: justify;">Se houve uma civilização Védica mundial no passado, esperaríamos encontrar vestígios dela em várias culturas ao redor do mundo. Parece que de fato estamos encontrando tais vestígios, e muitos concordam com as narrativas Védicas em detalhes específicos, como a localização da morada de Surt ou a perda de uma perna por era universal por parte do búfalo sagrado. Uma vez que esta civilização começou a perder sua influência milhares de anos atrás, no começo de Kali-yuga, esperaríamos que muitos de tais vestígios se encontrassem fragmentados e sobrepostos por muitas adições posteriores, e isso também vemos. Assim, as evidências disponíveis parecem consistentes com a hipótese de uma origem Védica.</p>
<p>Tradução de Bhagavan dasa (DvS)<br />
Adaptação de Alexandre Teles</p>
<p><em><strong>por Sadaputa Dasa<br />
</strong></em><strong>Traduzido e adaptado do texto em:  <a href="http://www.krishna.com/cross-cultural-traces-of-vedic-civilization" target="_blank">http://www.krishna.com/cross-cultural-traces-of-vedic-civilization</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>REFERÊNCIAS</em></p>
<p>[1] E. C. Sachau, trans., Alberuni’s India (Delhi: S. Chand &amp; Co., 1964), pp. 383-4.</p>
<p>[2] J. E. Brown, ed., The Sacred Pipe (Baltimore: Penguin Books, 1971), p. 9.</p>
<p>[3] D. Neugebauer, History of Ancient Mathematical Astronomy (Berlin: Springer-Verlag, 1975), pp. 608-9.</p>
<p>[4] J. D. North, “Chronology &amp; the Age of the World,” in Cosmology, History &amp; Theology, eds. Wolfgang Yourgrau and A. D. Breck (N. Y.: Plenum Press, 1977), p. 315.</p>
<p>[5] D. W. Patten and P. A. Patten, “A Comprehensive Theory on Aging, Gigantism &amp; Longevity,” Catastrophism &amp; Ancient History, Vol. 2, Part 1 (Aug. 1979), p. 24.</p>
<p>[6] J. D. North, Ibid., p. 316-7.</p>
<p>[7] D. W. Patten, Ibid., p. 29.</p>
<p>[8] V. Rydberg, Teutonic Mythology, R. B. Anderson, trans. (London: Swan Sonnenschein &amp; Co., 1889), pp. 88,94.</p>
<p>[9] Ibid., pp. 448-9.</p>
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		<title>Reunião Grupo Atlan 19 de março 2012</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 17:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
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Palestra de Jan Val Ellam realizada no Grupo Atlan de Natal em 19 de março 2012.
Devido a um problema técnico só está disponível o áudio.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.orbum.org/reuniao-grupo-atlan-03-de-marco-2012">Clique para ver o Vídeo</a></p>
<p><img class="alignleft" style="border-style: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-width: 0px; margin: 20px;" title="grupo-atlan" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2009/09/grupo-atlan-150x150.jpg" alt="grupo-atlan" width="164" height="175" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Palestra de Jan Val Ellam realizada no Grupo Atlan de Natal em 19 de março 2012.</p>
<p>Devido a um problema técnico só está disponível o áudio.</p>
<p>A dinâmica de Perguntas da platéia e Respostas por parte de Jan Val Ellam constitui uma variedade de informações que permeiam a mente daqueles que buscam a reforma íntima.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cidade antiga da Índia ainda emite radiação</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 02:36:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
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Uma pesada camada de cinza radioativa em Rajasthan, na Índia, cobre um área de 5 kms quadrados, a 16 quilômetros oeste de Jodhpur.  Os cientistas estão investigando o local, onde um projeto habitacional está sendo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/04/Harappa.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2791" title="Harappa" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/04/Harappa.jpg" alt="" width="590" height="443" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Uma pesada camada de cinza radioativa em Rajasthan, na Índia, cobre um área de 5 kms quadrados, a 16 quilômetros oeste de Jodhpur.  Os cientistas estão investigando o local, onde um projeto habitacional está sendo desenvolvido.</p>
<p style="text-align: justify;">Por algum tempo tem se notado que há um grande percentual de defeitos de nascença e câncer nesta área sob construção.  Os níveis de radiação registrados têm sido tão altos nos instrumentos dos investigadores, que o governo indiano isolou a região.</p>
<p style="text-align: justify;">Os cientistas escavaram uma cidade antiga, onde a evidência mostra que uma explosão atômica datada de milhares de anos atrás (de 8.000 a 12.000), destruíu a maior parte dos prédios e provavelmente meio milhão de pessoas morreram.  Um pesquisador estima que foi usada uma bomba nuclear do tamanho das usadas no Japão em 1945.</p>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mahabharata" target="_blank">Mahabharata</a>,  um dos mais épicos textos clássicos da Índia, claramente descreve uma explosão catastrófica que abalou o continente.<span id="more-2790"></span></p>
<p style="text-align: justify;">“<em>Um único projétil, carregado com toda a força do Universo… Uma coluna incandescente de fumaça e uma chama tão clara quanto 10.000 sóis, apareceu em todo seu esplendor… era uma arma desconhecida, um trovão de ferro, um mensageiro gigantesco da morte, o qual reduziu às cinzas uma raça inteira.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Os corpos estavam tão queimados que ficaram irreconhecíveis.  Suas mãos e unhas caíram, os vasos estavam quebrados sem qualquer causa aparente, os pássaros se tornaram brancos.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Após algumas horas, os alimentas ficaram infectados.  Para escapar deste fogo, os soldados se jogaram no rio.</em>“</p>
<p style="text-align: justify;">O historiador Kisari Mohan Ganguli diz que os escritos sagrados indianos são cheios de tais descrições, as quais se assemelhar às explosões atômicas de Hiroshima e Nagasaki.  Ele diz que as referências mencionam sobre charretes batalhando nos céus e armamentos de exterminação.  Uma batalha antiga é descrita no Drona Parva, uma seção do Mahabharata.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“O trecho fala sobre um combate onde a explosão de armamentos de exterminação decimam exércitos inteiros, causando uma multidão de guerreiros com seus cavalos, elefantes e armamentos a serem carregados para longe, como se fossem folhas secas”</em>, diz Ganguli.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“Ao invés de nuvens na forma de cogumelos, o escritor descreve uma explosão perpendicular com nuvens de fumaça abrindo como um guarda-sol gigantesco.  Há comentários sobre a contaminação dos alimentos e do cabelo das pessoas caindo”</em>, relata Ganguli.</p>
<p style="text-align: justify;">O arqueólogo Francis Taylor diz que entalhes em alguns dos templos da região, que ele conseguiu traduzir, sugerem que eles rezavam para serem poupados da grande luz que estava vindo para destruir a cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">“É muito fascinante imaginar que alguma civilização possuía tecnologia nuclear antes de nós.  A cinza radioativa adiciona credibilidade para os relatos indianos antigos que descrevem uma guerra atômica”, diz Taylor.</p>
<p style="text-align: justify;">A construção do projeto de habitação no local foi paralisado enquanto os cinco membros da equipe conduzem suas investigações.  O líder do projeto é Lee Hundley, que foi pioneiro na investigação após o alto nível de radiação foi descoberto.</p>
<p style="text-align: justify;">Há uma evidência de que o Império Rama (a Índia de hoje) foi devastada por uma guerra nuclear.  O Vale Indus, agora o deserto de Thar, e o local de cinza radioativa encontrado ao oeste de Jodhpur fica naquela região.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o bombardeamento de Hiroshima e Nagasaki, o homem moderno não poderia imaginar qualquer armamento tão horrível e devastador quanto aqueles descritos nos textos indianos antigos.  Porém, estes textos descrevem precisamente os efeitos de uma explosão atômica.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando as escavações de Harappa e Mohenjo-Daro alcançaram o nível das ruas, eles descobriram esqueletos espalhados pelas cidade, muitos dando as mãos e espalhando-se pelas ruas como se em algum instante, algo horrível tivesse acontecido.  As pessoas estavam deitadas, não enterradas, nas ruas da cidade.  Os esqueletos datavam de milhares de anos atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">O que poderia ter causado tal coisa?  Por que os corpos não se decompuseram ou foram comidos pelos animais selvagens?  Além disso, não há qualquer causa aparente de morte causada por algo fisicamente violento.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes esqueletos estão entre os mais radioativos já encontrados, equiparados aos encontrados em Hiroshima e Hagasaki.  Em um local, pesquisadores soviéticos encontraram um esqueleto que tinha um nível radioativo de 50 vezes mais alto que o normal.  Outras cidades têm sido encontradas no norte da Índia, as quais possuem indicações de explosões de grande magnitude.  Uma dessa cidades, encontrada entre o rio Ganges e as montanhas de Rajmahal, parece ter sido sujeita a um calor intenso.  Grandes massas de argila das paredes, muros e fundações desta cidade antiga estão ‘fundidas’, devido ao intenso calor que foram submetidas.  Estas estruturas estão literalmente vitrificadas.  E já que não há evidência de uma erupção vulcânica em Mohenjo-Daro ou outras cidades, o calor intenso necessário para derreter a argila, somente pode ser explicado por uma explosão atômica ou alguma outra arma desconhecida.  As cidades foram completamente destruídas.</p>
<p style="text-align: justify;">Os esqueletos foram datados de 2500 AC.  Devemos mencionar que foi utilizado o método de carbono para esta determinação e este método mede a quantidade de radiação deixada no objeto.  Quando explosões atômicas ocorreram na área onde o objeto se encontra, faz com que estes pareçam muito mais jovens.</p>
<p style="text-align: justify;">O cientista chefe do <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_Manhattan" target="_blank">Projeto Manhattan</a>, o Dr. J. Robert Oppenheimer, conhecia os textos da antiga literatura Sanskrit. Em uma entrevista, 7 anos após o teste nuclear de Almagordo, ele declarou que <em>“Cidades antigas cujos tijolos e muros de pedra foram literalmente vitrificados, ou seja, fundidos, podem ser encontradas na Índia, Irlanda, Escócia, França, Turquia e outros países.  Não há explicação lógica para a vitrificação de fortes e cidades de pedras, exceto que ocorreu devido à uma explosão nuclear.”</em></p>
<p style="text-align: justify;">Ainda temos muito o que aprender sobre a história da raça humana, e este blog desconfia que quando realmente tivermos todos os dados agregados, descobriremos que a nossa história, como a conhecemos hoje, terá que ser completamente reescrita.</p>
<p><strong><em>Fonte das informações:</em></strong> <a href="http://veda.wikidot.com/ancient-city-found-in-india-irradiated-from-atomic-blast" target="_blank">http://veda.wikidot.com</a></p>
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		<title>Arqueólogos dizem encontrar tumba onde foi enterrado Jesus</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 05:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
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Mas será mesmo? Uma equipe de arqueólogos afirma ter descoberto a verdadeira tumba de Jesus Cristo. Eles estão convencidos de que diversas evidências apontam para a veracidade do que dizem. A mais recente: esta gravura ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/04/w680.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2786" title="w680" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/04/w680.jpg" alt="" width="590" height="301" /></a></p>
<p>Mas será mesmo? Uma equipe de arqueólogos afirma ter descoberto a verdadeira tumba de Jesus Cristo. Eles estão convencidos de que diversas evidências apontam para a veracidade do que dizem. A mais recente: esta gravura de 2.000 anos ao lado de um antigo local de sepultamento. Obviamente, há quem discorde deles.</p>
<p>Simcha Jacobovici é um diretor canadense de filmes que ganhou três Emmys de Jornalismo Investigativo. Ele e sua equipe de arqueologia acreditam que este é um peixe com uma figura humana dentro, o que de acordo com eles se refere à história do profeta Jonas. De acordo com o Velho Testamento, Jonas foi engolido por uma baleia enviada por Deus para resgatá-lo depois que ele foi lançado ao mar. Jonas então passou três dias e três noites dentro da baleia antes de ser vomitado vivo. Os cristãos acreditam que isto simboliza a crucificação e ressureição de Jesus.</p>
<p>Os pesquisadores também afirmam que o local de sepultamento tem estas outras palavras gravadas em pedra: “Jesus, filho de José”. Os arqueólogos acreditam que as tumbas estão localizadas em uma terra que pertencia a José de Arimateia na época. Também há outra inscrição em gravura que pode ter diversos significados: “Ó Divino Jeová, levantai, levantai”, ou “O Divino Jeová se eleva ao Lugar Sagrado”, ou “O Divino Jeová se levanta de”.<span id="more-2784"></span></p>
<p><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/04/w6802.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2785" title="w6802" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/04/w6802.jpg" alt="" width="353" height="374" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>James Tabor, historiador bíblico e chefe do Departamento de Estudos Religiosos na Universidade da Carolina do Norte em Charlotte, EUA, parece acreditar neles. Tabor diz que estas gravuras são bem raras. Apenas 2.000 ossários foram encontrados em Israel até hoje. Destes, apenas 650 têm gravuras e 12 têm epitáfios, e segundo Tabor, nenhum deles se compara aos encontrados por Jacobovici.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h1>Contraponto</h1>
<p>No entanto, para muitos outros as alegações são falsas. Mark Goodacre, um professor de estudos religiosos da Duke University (EUA), acredita que o cérebro deles está “cheio de Código Da Vinci”, referindo-se ao romance de mistério escrito por Dan Brown sobre os descendentes de Jesus.</p>
<p>Robert Cargill, professor-assistente de Estudos Clássicos e Religiosos da Universidade de Iowa (EUA), acredita que a história é bobagem, e diz: “nenhum estudioso confiável, exceto os que trabalham com ou para Simcha, neste ou em outro projeto, acredita nas conclusões dele… As evidências não sustentam as alegações sensacionalistas deles. Mas isto não os impede de querer que sejam verdade, então na mente deles, é verdade”.</p>
<h1>Esta é a tumba de Jesus?</h1>
<p>Então esta é a tumba real de Jesus ou não? As descobertas de Jacobovici serão exibidas em um especial do Discovery Channel chamado <em>The Resurrection Tomb Mystery</em>.</p>
<p>O programa vai exibir imagens do interior da tumba, feitas com um braço robótico especial (imagem acima) que foi introduzido na câmara fechada do local de sepultamento, através de aberturas perfuradas na parte externa.</p>
<p>O melhor a fazer mesmo é assistir o programa e ver com nossos próprios olhos. [<a href="http://dsc.discovery.com/show-news/the-resurrection-tomb-mystery.html">Discovery Channel</a> via <a href="http://www.smartplanet.com/blog/thinking-tech/did-a-robot-discover-jesus-tomb/11202">Smartplanet</a>]</p>
<p><a href="http://www.orbum.org/arqueologos-dizem-encontrar-tumba-onde-foi-enterrado-jesus">Clique para ver o Vídeo</a></p>
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		<title>Jesus Cristo um extraterrestre?</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2012 16:21:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>

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		<description><![CDATA[
&#8220;&#8230;Tenho até a forte impressão de que “JESUS é um deles”, porém de estrutura cósmica ou meta-física mais sutil&#8230;&#8221;
Em 18 de junho de 2003, Dom Fernando Antonio Sampaio Pugliese, bispo da Igreja Católica Apostólica Brasileira, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/04/yeshua-parusa.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2778" title="yeshua-parusa" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/04/yeshua-parusa.jpg" alt="" width="590" height="329" /></a></h2>
<h2 style="text-align: justify;">&#8220;&#8230;Tenho até a forte impressão de que “JESUS é um deles”, porém de estrutura cósmica ou meta-física mais sutil&#8230;&#8221;</h2>
<p style="text-align: justify;">Em 18 de junho de 2003, Dom Fernando Antonio Sampaio Pugliese, bispo da Igreja Católica Apostólica Brasileira, que atuava na época em Maceió [AL]. Concedeu entrevista para o Programa do Jô, da Rede Globo. Pugliese estava discorrendo sobre suas interpretações bíblicas quando o Jô Soares mandou buscar uma Bíblia traduzida para o português, narrando-a para o convidado, perguntou-lhe sobre o episódio em que Ezequieldescreve sua visão de algo que se supõe ser uma nave extraterrestre.</p>
<p style="text-align: justify;">O bispo não teve dúvidas: não só confirmou que o que o apóstolo viu foi mesmo um disco voador, como também afirmou que há uma ligação profunda entre os textos bíblicos e a intervenção de alienígenas na Terra. Dom Pugliese não é um religioso qualquer. Estudou filosofia e teologia na Pontífice Universidade Gregoriana Romana, que é considerada a mais brilhante instituição de ensino teológico da Itália. Estudou também nos ateneus de Paris, Lindsbruk e Munique, conheceu e foi pupilo do francês Gabriel Marcel, um dos maiores existencialistas do pós-guerra. O religioso conhece também hebraico, o que é muito importante quando se busca compreender a interação do Fenômeno UFO na história da humanidade e, principalmente, sua influencia nos destinos da civilização moderna.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo após o programa Jô Soares, a Equipe UFO, que também foi tomada de surpresa e não conhecia as atividades de dom Pugliese, mobilizou-se para encontrá-lo e solicitar uma entrevista ao religioso. Nossos consultores Roberto Affonso Beck, que reside em João Pessoa, e Fernando Aragão Ramalho, de Brasília [DF], imediatamente contataram dom Pugliese e foram muito bem recebidos. O religioso não apenas confirmou tudo o que havia dito ao Jô, como se aprofundou ainda mais em suas afirmações, e ainda mostrou-se excepcionalmente bem informado sobre Ufologia. Eis a entrevista:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: Dom Pugliese, o senhor pode nos falar de sua formação educacional e vocação religiosa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Tive formação católica romana, fui seminarista em Maceió e acadêmico de filosofia na Universidade Gregoriana de Roma. Fiz teologia em Munique e no Instituto Católico de Paris. Mas deixei a vida eclesiástica antes de me ordenar sacerdote, ingressando no magistério universitário. Então contraí matrimônio e fui pai de três filhos, hoje já adultos. Ingressei na Igreja Católica Apostólica Brasileira, fui ordenado sacerdote e, posteriormente, sagrado bispo. Isso aconteceu alguns anos mais tarde, quando já era professor universitário, estava casado e era pai de família.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: Desde quando o senhor vem se interessando por Ufologia?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Desde quando li uma entrevista sobre o avistamento de uma nave espacial, publicada na revista “O Cruzeiro”, mais ou menos em 1957. O caso, ocorrido nas imediações da Ilha da Trindade, foi detalhadamente descrito e ilustrado com ótimas fotografias, tiradas de bordo de um navio da Marinha brasileira, por um repórter que se encontrava em missão jornalística naquela embarcação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: O senhor já viu um disco voador? </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Já tive incontáveis avistamentos. Entretanto, o mais notável foi no dia 22 de dezembro de 1984, mais ou menos às 22:40 horas, quando rezava o rosário como de costume, em uma passarela do quintal de minha cãs. O objeto surgiu por trás de um frondoso abacateiro. Era uma bela nave espacial, com cúpula profusamente iluminada e de cor alaranjada. Seu diâmetro era de aproximadamente 20m. Ao se levantar, vagarosamente, o UFO apagou a luz e desapareceu em vertiginosa velocidade. Meu sangue gelou nas veias e fiquei praticamente paralisado por alguns momentos. Eu me encontrava a uns 30m de distância do objeto.<span id="more-2777"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: O senhor é um bispo católico. Sua igreja aceita abertamente a vida inteligente em outros planetas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: A Igreja Católica Apostólica Brasileira deixa o tema completamente livre para quem quiser opinar. Ela é de estrutura essencialmente liberal e praticante do lema: Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Minha igreja admira os cidadãos “livres e de bons costumes”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: Na Bíblia existem citações referentes à vida inteligente noutros pontos do universo, além da Terra. Como o senhor vê essas passagens?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Nos chamados livros canônicos, bem como nos apócrifos, não encontramos citações ‘stricto sensu’[exatas] sobre isso. Entretanto, há inúmeras menções que praticamente nos impelem no sentido da aceitação, por dedução lógica, da existência de vida inteligente em outras partes do Cosmos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: O senhor já teve algum contato pessoal, de qualquer forma, com seres alienígenas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Nunca tive oportunidade de ver seres extraterrestres entrando ou saindo de naves siderais. Mas já tive visões de entidades angelicais e creio que parte da chamada “hierarquia Angélica”, ao menos nos graus inferiores ditas ‘nove castas’, citadas pelo apóstolo Paulo e repetidas pelo grande bispo Dionísio Pseudoareopagita, de Paris, é formada de extraterrestres como anjos e arcanjos. As categorias mais elevadas como ‘querubins e serafins’, provavelmente são de natureza mais sutil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: O senhor disse que acredita ter em um de seus pés alguma espécie de ‘chip’ ou implante. Quando notou a presença desse objeto e de que forma?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: São duas pequenas bolinhas no pé esquerdo. Ao sentir uma forte e incômoda dor nele, tirei uma radiografia e, além de um incipiente esporão calcâneo, meu médico constatou algo estranho. O laudo anexo à radiografia, de 13 de julho de 2000, descreve uma “imagem filiforme de densidade cálcica, que pode ser compatível com corpo estranho”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: Falando um pouco da Bíblia, por favor descreva-nos qual é o método que usa para estudá-la.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Com relação aos estudos bíblicos temos dois métodos bem distintos. O primeiro é usado normalmente pelas faculdades teológicas ou pelos institutos bíblicos espalhados pelo mundo. Trata-se da chamada ‘Exegese ou Hermenêutica Bíblica’. Ela consiste na análise comparativa dos textos e contextos doutrinários, lingüísticos, culturais e históricos contidos nas sagradas escrituras. Já o segundo é o método criptológico, através do qual se aplicam alguns códigos específicos, tais como o cabalístico, o Atbash, o método das seqüências alfabéticas ou das seqüências lineares. Este eu mesmo aplico, a fim de detectar mensagens ocultas no texto original hebraico, conhecido como massorético. O método das seqüências lineares proporcionais, entrecruzadas e repetidas, é outro sistema, desenvolvido por mim no decorrer de alguns anos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: Há diversas provas fósseis, documentais e artísticas de povos primitivos que nos levam a concluir sobre a presença entre nós, desde o início dos tempos, de seres extraterrestres e tecnologicamente superiores aos humanos. Em seus estudos sobre as codificações contidos no Velho Testamento, o senhor chegou a alguma conclusão semelhante?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Inegavelmente, devemos a Erich von Däniken a coragem e mesmo a ousadia de romper a barreira do medo levantada e imposta sobretudo por entidades religiosas, com relação a civilizações extraterrestres e naves siderais. Lembremo-nos que Giordano Bruno, frade da Ordem Dominicana, foi queimado vivo pela inquisição romana por manifestar, no ano de 1600, idéias semelhantes. Sobre a existência de civilizações extraterrestres, além das fortíssimas insinuações nos textos correntes ou normais do “Antigo Testamento”, tenho encontrado claras referencias em mensagens cifradas, notadamente no capitulo 60 do profeta Isaías, com especificações sobre uma próxima manifestação de seres extraterrestres de forma agigantada. O mesmo se dá no texto do profeta Daniel, capitulo 12, na parte conhecida como “Apocalipse” de Daniel. Na “Torah” ou no “Pentateuco”, através de um processo cabalístico de caráter numerológico chamado ‘guematria’, encontramos menção a um grupo de 318 entidades extraterrestres. Está em ‘Gênesis’, capítulos 14 e 15, oculta e cifrada sob o nome de “Eliezer”.</p>
<p style="text-align: justify;">No livro do “Êxodo”, capítulo 14, precisamente nos versículos 19 a 21, levantamos os nomes dos 70 anjos – seguramente extraterrestres – que desceram a Terra a fim de efetuar a participação ou divisão dos povos e lhes ensinar os 70 troncos lingüísticos que deram origem aos principais idiomas naturais do nosso planeta. Para compreender isso é necessário se aplicar ao texto uma variação do método de decodificação ‘Atbash’, de difícil explicação. Essas entidades vieram ao nosso mundo sob o comando do grande e admirável Arcanjo Miguel, chamado pelo profeta Daniel de príncipe ou comandante da Milícia Celeste. Ele é citado também em ‘Apocalipse’, capitulo 12, e no texto grego do ‘Novo Testamento’ como ‘vencedor da batalha contra o dragão”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: Existem textos antigos, em línguas extintas ou em desuso, que serviram como base para várias religiões atuais, como os indianos ‘Ramayana, Mahabarata e o Vymaanika-Shaastra’. Eles falam dos vimanas, naves que riscavam os céus há mais de 20 mil anos, conduzindo reis e soldados a guerra. O senhor chegou a analisar esses registros ou outros, em hebraico ou sânscrito?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Com relação a textos anteriores ao massorético hebraico ‘Tanach/Torah, Neviim e Khetuvim, que significam lei, profetas e escritos, citaria o hindu ‘Rig Veda’, ressaltando nele o ‘Atharva Veda’,e, notadamente, os chamados ‘Sutra e Upanishads’, todos em sânscrito. Citaria especialmente o ‘Bhagavad Gita’, também em sânscrito, que fala do guerreiro ‘Arjuna’. Esse texto é interpretado geralmente sob um aspecto mais esotérico e místico. Em referência a esses registros em sânscrito, não conheço ainda qualquer método criptológico para sua decodificação. No entanto, venho obtendo alguns resultados aplicando os processos de decodificação nos ‘Targum’ aramaicos, do famoso “Pentateuco Samaritano”, ou mesmo em siríaco, como no caso da versão chamada “Peshitta”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: Os apócrifos bíblicos possuem uma série de afirmações ainda mais contundentes que os canônicos sobre a presença de seres extraterrestres semelhantes aos homens e suas máquinas voadoras. Os exemplos mais claros estão no ‘livro de Enoque’ e no ‘Proto-Evangelho de Thiago’. O senhor tem conhecimento do conteúdo desses apócrifos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Esses livros apócrifos, tanto os do Antigo Testamento da Nova Aliança, são particularmente reveladores não só da existência, mas também da atuação concreta das naves espaciais provenientes de outros mundos habitados. Começando pelo patriarca antediluviano ‘Enoque”, bisavô do famoso Noé, sobrevivente do dilúvio, notamos que o texto canônico ‘Gênesis” se refere apenas ao seu arrebatamento, com vida, da Terra. No entanto, no apócrifo “Livro de Enoque I” é narrada, com surpreendentes detalhes, a viagem que se segue ao arrebatamento o meio de transporte usado, com todas as características de propulsão, iluminação e vertiginosa velocidade de um objeto voador não identificado. Além das etapas e características de possíveis estações espaciais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: Além da abdução de “Enoque” há ainda a supreendente experiência do profeta “Elias”.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Comparando o caso de ‘Enoque’ com o posterior arrebatamento do profeta ‘Elias’, testemunhado pelo seu discípulo predileto, o profeta ‘Eliseu’, é importante notar, no apócrifo “Gênesis”, uma importante referência a uma espécie de planeta habitado, um “outro paraíso” denominado “Parwain”, para onde teriam sido levados vivos Eboque e Elias, com seus corpos materiais. Esse apócrifo foi descoberto nas cavernas de “Qumran”, ao lado do Mar Morto. E sabe-se que Elias viu com seus próprios olhos um carro ou carruagem celestial “com cavalos de fogo”. Mais curioso ainda é constatar que “São Tomás de Aquino”, grande teólogo católico do Século XIII, já em plena idade média admitia claramente que “Enoque e Elias” se encontraram em um ‘outro paraíso terrestre’, num outro planeta. Deduz-se disso, evidentemente, a existência de outros planetas habitados. Isto se encontra na “Suma Teológica” de sua autoria.</p>
<p style="text-align: justify;">Já nos “Evangelhos Árabe e Armênio da Infância” bem como no próprio canônico de “Mateus”, encontramos referência sobre a estrela de Belém, que teria guiado os reis magos que vieram do Oriente, provavelmente da Arábia, Pérsia e Índia. Eles estariam reunidos em ‘Ecbátana”, passaram por Jerusalém e foram até a cidade de Belém, onde se encontrava o menino Jesus. Pelas características do texto, creio ser impossível outra interpretação para a referida estrela &#8211; que se movia, parava, tornava a se movimentar e a parar, sempre de maneira inteligente etc – que não seja a de uma nave espacial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: Na sua opinião, qual é a relação entre esses seres, supostamente extraterrestres, e Jesus Cristo?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Creio que tal relação é profundíssima. Tenho até a forte impressão de que “JESUS é um deles”, porém de estrutura cósmica ou meta-física mais sutil, a ponto de poder tomar a natureza humana através da encarnação em um corpo feminino que foi o de sua mãe telúrica, a Virgem Maria. Pelas suas características somáticas ou mesmo psicossomáticas, dá para se notar que seu corpo, a despeito dele ter sido também humano, tinha aspectos especiais. De acordo com as narrativas evangélicas, eu ressaltaria o fato de que, em momento de grande angustia ou depressão, JESUS podia suar gotas de sangue, fenômeno que a medicina chama de ‘hematídrose’.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: Rumores de que exista grupos ou pessoas que têm conhecimento desses fatos estranhos, mas que tramam seu acobertamento. Eles estariam inseridos nos mais variados setores da sociedade, ocupando cargos de destaque em pontos-chave das organizações mundiais. O senhor tem conhecimento de algum desses grupos ou pessoas participando ou dirigindo tais atividades, infiltrados na igreja?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Tenho convicção de que existem grupos, pessoas e religiosos de alto nível que sabem muito a respeito da existência e atuação de extraterrestres não só aqui, no nosso planeta, mas também fora dele, em outras partes do Universo. Mas tratam desse assunto de forma altamente reservada, por força de conveniências políticas, psicológicas e, sobretudo, religiosas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: Baseado em seus estudos das escrituras, o senhor chegou a alguma conclusão sobre a origem e as intenções desses seres que nos visitam?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Acho que a influência dos extraterrestres, assim como aconteceu na remota Antiguidade, vem se dando até hoje – e a meu ver, em vários sentidos. Especialmente na chamada tecnologia de ponta e particularmente nas áreas militares de alguns países. Tal influência alienígena também ocorre na medicina e, quase escandalosamente, na área das telecomunicações, informática, eletrônica e outras modalidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: O que o senhor tem a nos dizer sobre a aparição de Fátima, em Portugal, até hoje defendida pela igreja como uma visão da Virgem Maria?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Não acredito que tenha sido uma aparição da Virgem Maria, pelo menos não da forma direta e pessoal. Creio que houve uma manifestação gritantemente ufológica, não só pela suposta, absurda e irracional “dança” que o Sol teria realizado naquele dia, conforme os registros da época, mas por outros detalhes do acontecimento. Ora, as evoluções que o suposto sol realizou são típicas e conhecidas na Ufologia como de naves espaciais. Além disso, toda a fenomenologia do acontecimento assim nos leva a pensar, como o fato do tal sol ter realizado vôos rasantes e seu calor ter enxugado as vestes encharcadas pela chuva das pessoas que ali se encontravam. Outro elemento importantíssimo desse caso é aquela espécie de boneca mecânica, sem viva, de mais ou menos 1,1m de altura, que baixava sobre a copa do pé de azinheira, na Cova da Iria, deixando fortes traços de sucção nos ramos e folhas. Essa figura é vista pela igreja como a Virgem Maria. Tenho o privilégio de possuir os mais quentes depoimentos das testemunhas daquele fato, colhidos com rigor pelos canais competentes. Eles dão conta da real natureza dessa manifestação.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquele ser tinha as características mecânicas de um robô de aparência feminina, que falava sem mover os lábios, sem olhar, sem gesticular para os três videntes. Tal ser, ao término do contato, voltou às costas para os meninos também mecanicamente, como se estivesse atrelado a um eixo e fosse recolhido por algo que o sugava, começando a ocultá-lo da cabeça aos pés, até desaparecer. Outras características tipicamente ufológicas desse caso também se apresentavam, tal como a queda do céu de uma substância filamentosa e viscosa, conhecida na Ufologia como “cabelo de anjo” e, segundos antes da aparição, o indefectível relâmpago seguido do ribombar de um trovão.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>UFO: Essas afirmações são bombásticas para um religioso, o senhor não acha?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Dom Pugliese: Bem, para concluir estas modestas observações, vamos lembrar somente as palavras do ‘Mestre Jesus’, quando afirma categoricamente: “Os verdadeiros oradores do Pai são aqueles que o adoram em espírito e na verdade.”</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.ufo.com.br" target="_blank">Revista UFO</a></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Comentário da Equipe do Projeto Orbum: </strong></em><em><strong>É com grata surpresa e alegria que vemos que este teólogo da Igreja Católica tem a mente muita mais aberta que muitos cientistas e mais esclarecimento que muitos ditos pesquisadores da nova era ou &#8220;nova maionese&#8221; como se comenta nos círculos sérios.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Inauguração do Projeto Varna em Vitória da Conquista &#8211; BA</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2012 04:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>

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		<description><![CDATA[
Haverá em Vitória da Conquista &#8211; BA, nos dias 13, 14 e 15 de abril, a inauguração do Projeto Varna, cujo objetivo é auxiliar o indivíduo no caminho interior rumo ao Despertar da Consciência Pura. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/03/yog-varn.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2774" title="yog-varn" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/03/yog-varn.jpg" alt="" width="590" height="449" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Haverá em Vitória da Conquista &#8211; BA, nos dias <strong>13, 14 e 15 de abril</strong>, a inauguração do Projeto Varna, cujo objetivo é auxiliar o indivíduo no caminho interior rumo ao Despertar da Consciência Pura. O projeto reúne aulas de yoga, meditação, estudos voltados para o autoconhecimento e atividades educacionais visando o autodecobrimento que nos possibilitará assumir nossa responsabilitade existencial de forma consciente e amorosa.</p>
<p>A inauguração será no Memorial Régis Pacheco, na Praça Tancredo Neves, ao lado da Catedral, no Centro da cidade de Vitória da Conquista &#8211; BA, e terá a seguinte programação:</p>
<ul>
<li>Sexta &#8211; feira (13/04): Jan Val Ellam &#8211; O Eu Real, um encontro inevitável</li>
<li>Sábado (14/04): Luiz Gusson &#8211; Abertura: Entendendo o projeto</li>
<li>Sebastião Camargo &#8211; Amor incondicional: o Caminho para o Eu Real</li>
<li>Show de mantras e Bhajans com Lila Shakti</li>
<li>Domingo (15/04): José Garcia Vivas &#8211; Entre a Verdade e a ilusão (Vidya e Avidya)</li>
<li>Marcelo Barreto &#8211; O poder da música no Despertar Espiritual</li>
</ul>
<p><strong>Maiores informações</strong></p>
<p>Denise da Mata (77) 8808 8747 (Oi) / 9146 2058 (Tim)</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Universo a Verdadeira Ilha da Fantasia</title>
		<link>http://www.orbum.org/universo-a-verdadeira-ilha-da-fantasia</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2012 13:38:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orbum]]></category>

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		<description><![CDATA[Palestrante: Rodrigo Freitas
Palestra realizada no UFO PAX II em São Paulo – SP no dia  18 de março de 2012
Autor dos livros Terra a Ilha da Fantasia, e Utopia dos Desesperados, Rodrigo Freitas fala sobre seu novo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.orbum.org/universo-a-verdadeira-ilha-da-fantasia">Clique para ver o Vídeo</a></p>
<p>Palestrante: Rodrigo Freitas<br />
Palestra realizada no UFO PAX II em São Paulo – SP no dia  18 de março de 2012<br />
Autor dos livros Terra a Ilha da Fantasia, e Utopia dos Desesperados, Rodrigo Freitas fala sobre seu novo livro, ainda não publicado, Universo a Verdadeira Ilha da Fantasia<br />
Livros do autor disponíveis em www.conectareditora.com.br</p>
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		<title>Cientistas encontram genes de extraterrestre em DNA humano</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 03:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
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O mistério do DNA: uma sequência indecifrada de genes guarda o segredo da origem da espécie humana. O Projeto Genoma foi além do esperado e os cientistas estão perplexos com a descoberta de material genético ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/03/alien04.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2751" title="alien04" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/03/alien04.jpg" alt="" width="417" height="296" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O mistério do DNA: uma sequência indecifrada de genes guarda o segredo da origem da espécie humana. O Projeto Genoma foi além do esperado e os cientistas estão perplexos com a descoberta de material genético que não pertence ao planeta Terra. A descoberta confere um tom a mais de credibilidade às hipóteses da origem humana como resultado de colonização da Terra realizada por viajantes cósmicos, que vieram &#8220;dos céus&#8221;, como nos relatos mitológicos de culturas antigas de todo o mundo.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> Cientistas que estão trabalhando do projeto Human Genome (Projeto Genoma) ficaram perplexos diante de uma descoberta: eles acreditam que 97% das chamadas &#8220;sequências não-codificadas&#8221; do DNA humano correspondem a uma porção de herança genética proveniente de formas de vida extraterrestre!</p>
<p style="text-align: justify;"> Essas sequências não-codificadas são comuns a todos os organismos vivos da Terra, do mofo, aos peixes e aos homens. No DNA humano, as sequências constituem grande parte do total do genoma, informa o profº Sam Chang, líder da equipe. Chamadas &#8220;junk DNA&#8221; (DNA-lixo &#8211; porque, a princípio, pareciam não servir para nada), as seqüências foram descobertas há anos atrás e sua função permanece um mistério. O fato é que a maior parte do DNA humano é &#8220;extraterrestre&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> As sequências foram analisadas por programadores de computador, matemáticos e outros estudiosos. Com os resultados o profº Chang concluiu que o &#8220;DNA-lixo&#8221; foi criado por algum tipo &#8220;programador alienígena&#8221;. Essa parcela de código genético é determinante de atributos, muitas vezes indesejados, como a imunidade de um organismo às drogas anti-cancer.</p>
<p style="text-align: justify;"> Os cientistas estão admitindo a hipótese de que uma grandiosa forma de vida alienígena está envolvida na criação de novas formas de vida em vários planetas; a Terra é apenas um deles. Não se sabe com que propósito tal experiência foi e/ou está sendo feita: se é apenas um projeto científico já concluído, em acompanhamento, uma preparação dos planetas para uma colonização ou ainda, um compromisso de espalhar a vida por todo o universo.</p>
<p style="text-align: justify;"> Segundo um raciocínio com base em padrões humanos, os &#8220;programadores extraterrestres&#8221;, provavelmente, trabalham em muitos projetos voltados para a produção de diferentes estruturas biológicas em vários planetas. Devem estar tentando soluções para inúmeros problemas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2749"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Projeto Genoma &amp; Origens Extraterrestres da Humanidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O profº Chang é apenas um dos muitos cientistas que acreditam ter descoberto as origens extraterrestres da Humanidade. Chang explica que o DNA é um programa que consiste em duas &#8220;versões&#8221; (ou de dois conjuntos de informações): um código <em>master</em> e um código básico. O código <em>master</em> possivelmente não tem origem terrena.</p>
<p style="text-align: justify;">Os genes conhecidos, por si mesmos, não explicam completamente a evolução. Mais cedo ou mais tarde, a humanidade deverá ser informada de que toda a vida na Terra tem um código genético herdado (ou &#8220;plantado&#8221; por ) de seus &#8220;primos&#8221; extraterrestres e que a evolução não ocorreu do jeito que se acreditava até então.</p>
<p style="text-align: justify;">Além do material genético, é também possível que os extraterrestre estejam aqui mesmo, acompanhando de perto o desenvolvimento da raça humana e disseminando mais intensamente suas &#8220;sementes estelares&#8221; (<em>star-seeds</em>). Estes seres, &#8220;infiltrados&#8221;, que estão sendo chamados de <em>star-people</em> ou <em>star-children</em>, são descritos pelos escritores Brad e Francie Steiger como indivíduos cujas <em>almas</em> deveriam ou poderiam estar <em>encarnadas</em> em mundos de outros sistemas solares, mas que vieram à Terra, nascendo em famílias humanas, para empregar seus esforços em auxiliar no processo de evolução da Humanidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Pessoas que alegam ter contactado estes seres, consideram-nos benevolentes ou &#8220;do bem&#8221;. Entre os &#8220;contactados&#8221; alguns são conhecidos nos meios científicos: George Adamski, Orfeo Angeluci, George Van Tassel, Howard Menger, Paul Villa, Billy meier, Alex Collier. Freqüentemente, os encontros entre humanos e &#8220;infiltrados&#8221; são comprovados por evidências físicas, como fotografias e filmes, além dos testemunhos.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_2756" class="wp-caption alignnone" style="width: 426px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/03/daniken00.jpg"><img class="size-full wp-image-2756" title="daniken00" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/03/daniken00.jpg" alt="" width="416" height="306" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Erich von Däniken no interior da pirâmide de Gizé, Egito.</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong style="font-family: Verdana; font-size: small;">Astronautas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitos pesquisadores escreveram livros sobre a &#8220;teoria do deuses astronautas&#8221;: uma raça de extraterrestres inteligentes que teria visitado e/ou colonizado a Terra em um passado remoto, durante um tempo que foi empregado em &#8220;aperfeiçoar&#8221; ou manipular a vida e a raça humana, fazendo de um primitivo hominídeo, como o <em>homo erectus</em>, o atual <em>homo sapiens</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos argumentos em que se apoia essa idéia é a improbabilidade de surgimento do <em>sapiens</em>de maneira súbita, um processo que fere os princípios do darwinismo ortodoxo; além disso, nos mitos encontrados nas culturas das mais antigas civilizações, existem descrições de eventos protagonizados por &#8220;deuses semelhantes a homens&#8221;, que aparecem vindos do céu e criam a raça humana &#8220;à sua própria imagem e semelhança&#8221;. O homem contemporâneo, em tudo lembra um <strong>ser híbrido</strong>, uma combinação genética de material extraterrestre com a herança do <em>homo erectus</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes dos avanços tecnológicos e científicos que permitiram ao homem fazer viagens espaciais e manipular a vida através da engenharia genética, essa teoria da origem extraterrestre da raça humana, não podia ser concebida. Mesmo agora, no século XXI, existem muitas pessoas que consideram essa possibilidade uma fantasia de ficção científica.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, as mais recentes descobertas no campo da genética entram em choque com as teorias ortodoxas da evolução enquanto a hipótese de uma intervenção de uma espécie inteligente semelhante ao homem vai deixando de ser um mero produto da imaginação. Os mais famosos entre os expoentes da teoria da intervenção de astronautas na antigüidade são o suiço <strong>Erich von Daniken</strong> [autor de Eram os Deuses Astronautas -  e o lingüista americano <strong><span style="text-decoration: underline;">Zecharia Sitchin</span></strong> [Os Anunnaki: os deuses astronautas da Suméria].</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Zecharia Sitchin, lingüista que decifrou/traduziu antigas escrituras cuneiformes da Suméria, descobriu registros de antigos visitantes extraterrestres. Há 300 mil anos atrás os Anunnaki, do planeta Nibiru, começaram a colonização da Terra. A base de suas atividades foi a engenharia genética, por meio da qual aperfeiçoaram o homem primitivo e fizeram surgir o <em>homo sapiens</em>. Até hoje, símbolos esotéricos arcaicos são renovados e continuam guardando o segredo da espécie humana. A dupla hélice de DNA foi desenhada milhares de vezes ao longo da história; estilizada, duas serpentes entrelaçadas, como no emblema conhecido como <em>caduceu</em> - o bastão de Hermes, signo da medicina e da sabedoria desde tempos imemoriais.</strong></p>
<div id="attachment_2757" class="wp-caption aligncenter" style="width: 255px"><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/03/zecharia.jpg"><img class="size-full wp-image-2757  " style="margin-top: 5px; margin-bottom: 5px;" title="Zecharia Sitchin" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/03/zecharia.jpg" alt="" width="245" height="306" /></a><p class="wp-caption-text">Zecharia Sitchin</p></div>
<p style="text-align: justify;"><strong>Zecharia Sitchin</strong>, lingüista, especialista em escritas antigas, estudou os caracteres cuneiformes e elaborou a hipótese do 10° planeta do sistema solar, chamado Nibiru, com base no conhecimento que resgatou da mitologia Mesopotâmica. O 10° planeta seria a morada dos &#8220;mestres&#8221; e colonizadores da Terra, viajantes cósmicos: os Anunnaki, que voltam, a cada 3 mil e 600 anos, para as vizinhanças da órbita terrestre.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Jesus</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns pesquisadores defendem a idéia de que Jesus era um ET-humano que se empenhou em inspirar um sentimento social de Unidade; Jesus não criou nem pareceu pretender criar uma &#8220;religião Cristã&#8221; repressora da sexualidade, homofóbica, tantas vezes racista [como nas Idades Média e Moderna] e legitimadora de atrocidades como como a escravidão.</p>
<p style="text-align: justify;">Os contatos extraterrestres de Collier informam que Jesus, de fato, existiu e não morreu na Cruz; sequer teria sido crucificado. A crucificação seria um relato simbólico, uma alegoria. Jesus teria vivido o resto de sua vida na histórica fortaleza judaica de Massada, último foco de resistência das forças israelitas contra o domínio romano.</p>
<p style="text-align: justify;">Figuras como Jesus têm vindo à Terra periodicamente a fim de combater a saturação espiritual das massas que ficam entorpecidas pela mensagem de um sistema de crenças que enfraquece a capacidade de evolução individual e coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">As religiões institucionalizadas legitimam a criação e manutenção de uma elite dirigente opressiva, que se auto-estabelece como <em>juízes da moralidade</em>. As elites religiosas, historicamente, têm abusado de suas regras autogeradas para exercer controle social. A religião se torna um agente colaborador e complementar ao Estado e, o que é pior, à serviço do projeto econômico que orienta o Estado. Os ETs-humanos querem &#8220;ajudar a humanidade a se libertar das estruturas de opressão através da educação edodespertar da consciência.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>FONTES &amp; LINKS<br />
<a href="http://www.agoracosmopolitan.com/home/Frontpage/2007/01/08/01288.html" target="_blank">Scientists find Extraterrestrial genes in Human DNA</a> por John Stokes</strong></p>
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		<title>ONU elogia campanha &#8220;Kony 2012&#8243; o vídeo mais viral da história da Internet</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 03:57:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[áfrica]]></category>
		<category><![CDATA[onu]]></category>

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Para quem ainda não sabe, Kony 2012 se trata de um documentário de mais ou menos uns 30 minutos produzido por Jason Russell, da ONG americana Invisible Children, e denuncia o uso de crianças como soldados pelo Exército ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/03/KONY-2012.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2747" title="KONY-2012" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/03/KONY-2012.jpg" alt="" width="547" height="309" /></a></p>
<p>Para quem ainda não sabe, Kony 2012 se trata de um documentário de mais ou menos uns 30 minutos produzido por <em>Jason Russell</em>, da ONG americana <em>Invisible Children</em>, e denuncia o uso de crianças como soldados pelo <em>Exército de Resistência do Senhor</em>, comandado por Kony, e faz um apelo pela captura do líder guerrilheiro, acusado de crimes contra humanidade pelo Tribunal Penal Internacional (TPI). O vídeo, tem como lema <em><strong>“Nada tem mais poder que uma ideia”</strong></em>, e está percorrendo todas as redes sociais e portais de vídeo e já chegou a mais de 100 milhões de reproduções só em 6 dias.</p>
<p>As contas do Twitter de <em>Angelina Jolie</em> ou <em>Oprah Winfrey</em> foram algumas que ajudaram a impulsionar a campanha deste vídeo, além de ser divulgado também por vários outros famosos de diferentes maneiras e vale a pena ser visto.</p>
<p><a href="http://www.orbum.org/onu-elogia-campanha-kony-2012-o-video-mais-viral-da-historia-da-internet">Clique para ver o Vídeo</a></p>
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		<title>A Bíblia surpreendente: Os Churrascos de YAHWEH</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2012 19:15:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
				<category><![CDATA[Colaboradores]]></category>

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A Bíblia, em especifico os primeiros cinco livros (Torá), está repleta de curiosidades, evidenciadas pelos estudos sempre mais profundos e críticos que alguns tradutores estão fazendo sobre as varias versões, desde a aramaica até a ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/03/altar-do-incenso-exodo-30.jpg"><img class="alignnone  wp-image-2740" title="altar-do-incenso-exodo-30" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/03/altar-do-incenso-exodo-30.jpg" alt="" width="500" height="266" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A Bíblia, em especifico os primeiros cinco livros (Torá), está repleta de curiosidades, evidenciadas pelos estudos sempre mais profundos e críticos que alguns tradutores estão fazendo sobre as varias versões, desde a aramaica até a grega.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das mais interessantes, e surpreendentes, diz a respeito de uma característica do próprio Senhor Yahweh (Javé), que parece pertencer à ordem dos sentidos físicos e ao psiquismo do Criador do Universo: a predileção por churrascos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não, não é uma piada, nem quero fortalecer a convicção daqueles que pensam que Deus é brasileiro. O fato é que a Bíblia fala em Gênesis (8,18-21) do que aconteceu logo após o diluvio universal: Noé verifica a retração das águas e pede a sua esposa, seus filhos e suas consortes, de sair da Arca junto a todos os animais. Chegando a terra firme quer presentear com um sacrifício o seu Deus, oferecendo-lhe um animal.</p>
<p style="text-align: justify;">O termo que na Bíblia ( uma das versões mais antigas, a Bíblia Hebraica Stuttgartensia, redigida na base do Codex Masoretico de Leningrado ) é usado para descrever este sacrifício seria traduzível com<em> &#8221;olá&#8221;</em>, o que indica um holocausto especifico, o que acontece quando o animal sacrificado tem que queimar até não sobrar minimamente nada. Nestes termos, o objeto da oferenda era exclusivamente a fumaça, ou melhor, o cheiro da carne queimada. O termo olá contem o significado do verbo subir (alà) e do substantivo totalidade (kol), indicando com precisão que o holocausto tem que ser algo que sobe em sua totalidade. O próprio nome olokaustos, grego, indica “algo que queima por inteiro”.</p>
<p style="text-align: justify;">A mesma ocasião repete-se (Gênesis 4,1-4) quando Abel e Caim fazem a primeira oferenda ao Elohim. Enquanto Abel era pastor, e ofereceu um cabrito, Caim era agricultor, e presenteou Yahweh com cereais e frutas. A resposta de Deus foi clara… e Yahweh olhou a oferenda de Abel, e gostou.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a coisa não termina por aqui, já que ao Elohim agradeciam também os cheiros dos aromas… em Êxodo 30, 34-36 Yahweh faz uma prescrição exata dos produtos que quer que sejam fumegados… e ponha balsamos e aromas de estoraque, onicha, gálbano perfumado e olíbano puro, mistura e machuca-os até virar pó.</p>
<p style="text-align: justify;">Muito bem, Yahweh gostava de churrasco e aromas, e daì?</p>
<p style="text-align: justify;">Dois fatos curiosos devem a este ponto ser anotados. Nos relatos bíblicos evidencia-se que a consequência do holocausto era a tranquilidade psíquica que a fumaça de carne provocava no Deus, da mesma forma que o cheiro dos balsamos e aromas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se analisarmos as plantas citadas, entenderemos o porque. O estoraque (stirax officinalis) è um remédio natural com propriedades antissépticas, usado para curar problemas respiratórios. O onicha (unguis odoratus) è um molusco do qual se utiliza a concha com funções antibactericidas. O gálbano (ferula galbanifera) é mais um remédio natural com efeitos relaxante para violentos ataques de ira. O incenso tem funções antissépticas, anti-inflamatórias e ansiolíticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Se juntarmos estas informações com as que proveem dos relatos dos astronautas, que apontam um forte cheiro de carne queimada durante a permanência no espaço (isto devido ao fato das células epiteliais morrer e permanecer todo o tempo dentro do ambiente vácuo das capsulas espaciais), teremos um quadro surpreendente: na época na qual Yahweh ainda visitava o globo terrestre, o fazia em maquinas voadoras (os querubins, mas disso falaremos em outra oportunidade) e, ao contato com o ambiente terrestre, precisava inalar o mesmo cheiro ao qual era acostumado nestas viagens espaciais para tranquilizar-se, junto a uma serie de outras fumigações que o mantinham a salvo no contato com os homens daqueles tempos antigos, pouco cuidadosos com a própria higiene, provavelmente cheios de bactérias que os Elohim temiam.</p>
<p style="text-align: justify;">Interessante, não? Até parece parte de uma historia que jà conhecemos…</p>
<p style="text-align: justify;">Namaste</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Roberto Numa</strong><br />
Grupo Atlan Itália</p>
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