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	<title>Projeto Orbum &#187; Artigos</title>
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		<title>Carta para Yahweh</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 18:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luciana</dc:creator>
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Em um campo de futebol está começando um jogo noturno. Eu sou o capitão do meu time, e me encontro numa situação difícil.
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/01/night_soccer.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2638" title="night_soccer" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/01/night_soccer.png" alt="" width="590" height="530" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em um campo de futebol está começando um jogo noturno. Eu sou o capitão do meu time, e me encontro numa situação difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">Não conheço o técnico, nunca o encontrei. Sei que existe – leio das suas proezas em livros e jornais do mundo inteiro – que é famoso, e mora em algum lugar que ninguém conhece. Relaciona-se comigo através de um sistema bastante complicado, utilizando porta vozes que comunicam a outro intermediário qual será a tática do jogo. Este último, por sua vez, tenta me repassar as ordens, mas nem sempre isso acontece de forma clara, inclusive porque às vezes &#8211; me confessa &#8211; nem ele mesmo entende direito as palavras dos porta vozes, ou as do técnico mesmo. Moral da história, raramente recebo um plano de jogo com indicações precisas e praticáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Desconheço o meu time também: não sei de quantos jogadores é composto, nem quem eles são.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando entro em campo, e o jogo começa, apagam-se os refletores, e tudo entra em escuridão. Não se vê mais nada: nem as dimensões do campo, nem a posição da área adversária, muito menos os jogadores, dos quais desconheço o número e identidade. A coisa fica complicada até com os meus próprios companheiros: naquela escuridão reconheço somente os que jogam perto de mim, e não consigo saber dos outros, ao menos que eles se aproximem, ou eu deles, e veja as cores da camisa.<span id="more-2637"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não existe o juiz, nem os bandeirinhas. Ninguém fiscaliza o jogo, valendo tudo, e o contrário de tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Esporadicamente, porém, a luz da lua bem me permite de entrever, de longe, o gol do adversário. Logo, porém<strong>,</strong> uma nuvem obscurece novamente o cenário. Tento então memorizar a posição do gol e assim, bola no pé, juntos com os meus dois/três companheiros, avanço. Às vezes alguém aparece, e pensando ser do meu time, passo-lhe a bola, mas ao aproximar-me, me dou conta que errei – era um adversário – e tenho que lutar com ele para recuperar a bola.</p>
<p style="text-align: justify;">Às vezes chuto em direção à posição onde eu acho que o gol deveria estar, mas nunca sei se o fiz, ou se errei, como e de quanto: não há público neste estádio, gritos ou tambores, nem vídeos gigantes ou até míseros alto falantes para anunciar o resultado.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, jogo num perene zero a zero, sem nunca poder me alegrar, ou repousar. Corro feito um doido, inclusive porque até os meus dois/três colegas, às vezes, dirigem-se para o nosso gol, e eu devo impedi-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nestas condições esquisitas – diria qualquer um – porque insisto em ficar no campo? É o que me pergunto também, às vezes. Talvez porque seja um utopista, um sonhador, que se acha em condições de entrar nesta briga sozinho, e ganhar, ou talvez porque eu seja um simples cretino, que perde o seu tempo atrás de quimeras. A conseqüência lógica – num caso ou no outro – seria a de largar este jogo, e voltar para casa, para a minha família, e não posso negar que às vezes gostaria mesmo que assim fosse, mas tem um “porém”.</p>
<p style="text-align: justify;">Se não entro em campo, e não tento de ganhar o jogo, o treinador bate em mim, não paga o meu salário, usa os assistentes dele para provocar acidentes, psíquicos e/ou materiais. Tá mal, não?</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, esta é – metaforicamente falando – a minha relação com o Senhor Yahweh, seus anjos, seus intermediários, meus companheiros de viagem, meus adversários. Muita gente, a maioria remando contra.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém eu – além de ser um utopista, um sonhador ou talvez somente um cretino <strong>-</strong> sou também cabeça dura, e decid<strong>ì</strong> de entrar no jogo do jeito que eu quero, segundo as minhas próprias regras, escolhendo os companheiros e atuando a minha estratégia, a minha tática. Por enquanto não quero saber de técnicos e assistentes vários que, se conseguirem parar de fazer confusões e me atrasar, de repente até poderiam apreciar a minha nova perspectiva em campo.</p>
<p style="text-align: justify;">Afinal, em se tratando de um jogo, o objetivo é ganhar, seguindo algum tipo de regra. Sinto muito, então, para os que torcem para que eu me conforme, e pare de me agitar, mas isso não vai acontecer: sou um atacante, e descansarei somente se a bola sumir de vez, ou quando entrar no gol.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Roberto Numa</strong><br />
<em>Grupo Atlan Itália </em></p>
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		<title>Agonia Global</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Jan 2012 02:32:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
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<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/01/MoodShift.png"><img class="alignnone size-full wp-image-2619" title="MoodShift" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/01/MoodShift.png" alt="" width="570" height="379" /></a></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">A Europa está a um passo da falência generalizada, e o resto do mundo virá atrás. Não é o título bombástico de um jornal de periferia, ansioso para incrementar as vendas, mas um quadro realista do que todo mundo está vendo, hoje como telespectador, amanhã como ator, ou figurante.Se alguém quisesse perguntar como tudo isso iniciou, deveria dar um longo passo atrás na história, e chegar à Inglaterra do século XVII, quando as primeiras máquinas a vapor deram impulso à nascente indústria manufatureira. Empregando homens, mulheres e crianças, enclausurados em ambientes tóxicos durante doze, catorze horas de trabalho duro, sem segurança nem garantias assistenciais de algum tipo, espremidos até a medula em troca de um punhado de moedas e muito, muito sofrimento, os primeiros capitalistas acumularam enormes riquezas e formaram a nova burguesia industrial, que em breve começou a ditar na política, elaborando leis, e sobretudo planos de financiamentos extremamente generosos… para eles, é claro.Foi ali no meio da fumaça das fábricas inglesas, que se cumpriu o “pecado original”: a utilização desenfreada de mão de obra submissa ao salário, mísero o suficiente para prostrar o orgulho de qualquer um, mas bastante para comprar pão e cebolas, a base da alimentação da nascente classe operária, desta maneira garantindo forças e energias para enfrentar o brutal ritmo de trabalho e induzir à reprodução sexual, necessária para ampliar a base da classe trabalhadora.<span id="more-2618"></span></p>
<p>Trezentos anos depois somos obrigados a reviver, agora sob uma égide mais moderna &#8211; a do capitalismo globalizado &#8211; o mesmo pesadelo.</p>
<p>O problema, é claro, é diferente: no lugar da luta pela sobrevivência, estamos hoje preocupando-nos, aparentemente, com a luta pela manutenção das benesses adquiridas – pelo menos na Europa – que está ameaçando a supremacia mundial das nações do dito “primeiro mundo”.</p>
<p>Eu disse aparentemente porque na realidade, o problema que hoje se espalha em solo europeu será o problema de todos os outros, amanhã. Isto porque em um mercado globalizado, como o temos hoje, todos somos necessariamente interligados. A Itália e o Brasil &#8211; os meus dois Países &#8211; nesta dança estão coladinhos, assim como a China e os Estados Unidos, a Rússia e a Inglaterra, Israel e o Irã.</p>
<p>A música (as notas que formam a economia do planeta) é a mesma, a orquestra (os grandes centros decisivos) também; inclusive os dançarinos &#8211; que às vezes trocam de parceiro, porém sem nunca abandonar o salão &#8211; são sempre os mesmos, aceitando e incentivando este estado de coisas, como se fosse o único possível.</p>
<p>Podemos dar inicio a fase terminal do sistema capitalista em 2008, quando a bolha imobiliária, gerada nos EUA, golpeou com dureza inusitada o sistema bancário mundial, que havia dado suporte (dinheiro, crédito) as malabarísticas especulações de investidores que brincavam com os valores fictícios das casas próprias dos americanos.</p>
<p>A conseqüente imediata crise bancária privada &#8211; americana e européia &#8211; obrigou os governos destes países a outros malabarismos financeiros, desta vez para dar suporte aos sistemas bancários nacionais, recheados de títulos imobiliários &#8211; recebidos em garantias de vultosos empréstimos &#8211; vazios, quase sem valor. O sistema financeiro internacional, porém, ao invés de se beneficiar desta fantástica esmola para ajustar as próprias contas deficitárias e oferecer crédito ao sistema produtivo, e desta maneira favorecer o crescimento econômico das populações, enrolou-se de novo em títulos de altas rendas e poucas garantias: os da dívida pública dos PIGS, os Estados mais comprometidos da Eurozona.</p>
<p>Mais uma vez os governos dos países do “primeiro mundo” – Alemanha e França in primis &#8211; comprometidos com o imenso volume de papéis quase sem valores emitidos por gregos, irlandeses, lusitanos, italianos e espanhóis &#8211; detidos pelos bancos nacionais &#8211; tiveram que ajudar a manter o valor destes títulos, através uma série maciça de compras organizadas e garantidas pelo BCE, o banco central da Eurozona. É desta maneira que estão atualmente operando, tentando cobrir o sol com a peneira, camuflando uma deficiência estrutural com papel de parede.</p>
<p>No Brasil descreveríamos este método como “empurrar com a barriga”: o problema inicial, gerado pela ganância de conhecidos grupos financeiros, foi repassado aos bancos particulares, então aos centrais, e em seguida aos governos nacionais, que o empurrou às populações locais, através de cortes de serviços e investimentos, e maiores taxações.</p>
<p>Infelizmente, a questão de base é muito mais séria: o crescimento da economia capitalista não pode mais acontecer. Se em 1960 a produção de bens mundiais baseava-se no desfrute da metade dos recursos naturais do planeta, em 1980 alcançamos a utilidade total destes recursos, e daí em diante foi somente um “raspa-raspa” nas riquezas naturais da Terra – não mais capaz de se reproduzir a estas velocidades &#8211; afetando seu patrimônio de matérias primas, renováveis e não. Daqui ao caos hídrico e alimentar, será um passo.</p>
<p>Somente uma nova política mundial, então, criada para uso inteligente destas matérias primas, e uma redistribuição das rendas nacionais, que alcançasse quem está fora do contesto dos privilegiados do “primeiro mundo” e dos “países emergentes (BRICS)”, poderá chegar a uma verdadeira solução do problema, mas este é um cenário… comunista, ou pior, absolutamente cristão, impossível de ser alcançado pelas atuais elites mundiais do capitalismo, que deveriam redistribuir recursos e riquezas com níveis de justiça e equidade que nem os mais otimistas – aqui na Terra ou dos que nos seguem nos céus &#8211; ousariam imaginar.</p>
<p>Obcecados pelo sonho consumidor, surdos e cegos perante os gritos de socorro de quem nada tem, indiferentes ao destino que legaremos aos nossos filhos e netos, continuaremos na obstinada procura do remédio/placebo aos males que nos assolam, até que, punidos pelos efeitos perversos provocados pelo nosso estilo de vida equivocado, cairemos de joelho de frente a uma realidade que aparecerá em toda a sua dureza: a do fim do sistema capitalista.</p>
<p>Não tem nada de dramático nisto. Já aconteceu na nossa história, e o mundo passou de sistema em sistema, sem desmoronar. Alguns perderam muito, muitos se beneficiaram pouco, e tudo continuou quase como antes, na lógica “genética” do forte prevalecendo sobre o fraco.</p>
<p>Se eu fosse, porém, entre os que estão se preparando a intervir, para efetuar uma operação assim tão complexa como a tal da “reintegração cósmica”, gostaria bastante que antes da minha chegada o injusto sistema do capitalismo viesse água abaixo. Isto, com certeza, facilitaria a compreensão profunda da minha mensagem, que preza respeito e solidariedade, entre uma população mundial receptiva porque atordoada pela queda dos valores que norteiam a nossa civilização, confusa e então necessitada de outros valores, não mais fictícios, inúteis e contraproducentes como os que prezamos hoje.</p>
<p>Deste ponto de vista, o desastre econômico que está se aproximando &#8211; a agonia global – é o melhor cenário para quem se propõe intervir no planeta, inclusive porquè a tabula rasa que esta situação deixará, permitirá talvez à humanidade de começar uma nova fase da nossa milenar experiência: a que se baseia no respeito, na tolerância e na solidariedade.</p>
<p><em><strong>P.S.</strong> Talvez os anos que passam, e os neurônios que não se reciclam mais como antigamente, são os que me levam a fazer estas considerações. Mas não se preocupem porque – é sabido – eu sou só um sonhador…  </em></p>
<p><em><strong>Roberto Numa</strong></em></p>
</div>
<div style="text-align: justify;"><em><strong>Grupo Atlan Itália</strong></em></div>
</div>
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		<title>Pistis Sophia &#8211; Os ensinamentos de Jesus transfigurado</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 03:22:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/01/Cristo-Sophia.jpg"><img class="size-full wp-image-2576" title="Cristo Sophia" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/01/Cristo-Sophia.jpg" alt="" width="570" height="273" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Caros leitores do Projeto Orbum, no programa da Rádio Boa Nova do dia 14/08/2011, Jan Val Ellam, respondeu há uma pergunta que versava sobre os gnosticismo e se muito do conhecimento passado pelo Mestre Jesus não foi &#8220;filtrado&#8221; nos primórdios do cristianismo nascente, como uma religião que foi organizada 300 anos após a vida do Mestre. Será que nestes 300 anos não se perdeu nada no meio do caminho? Eis a resposta de Ellam no áudio, e pós ouví-lo, após ouvi-lo segue texto abaixo para reflexão e estudo.</p>
<p style="text-align: justify;"><object width="420" height="250" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.4shared.com/embed/1082709060/745793f3" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed width="420" height="250" type="application/x-shockwave-flash" src="http://www.4shared.com/embed/1082709060/745793f3" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" /></object></p>
<div style="text-align: justify;"><em style="text-align: justify;"><strong>Pistis Sophia</strong></em><span style="text-align: justify;"> é um importante texto </span><a style="text-align: justify;" title="Gnóstico" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gn%C3%B3stico">Gnóstico</a><span style="text-align: justify;">. As cinco cópias remanescentes, que os estudiosos datam do período entre 250 a 300 dC, relatam os ensinamentos Gnósticos do Jesus transfigurado aos apóstolos (incluindo Maria de Magdala,Maria, mãe de Jesus e Marta), quando o Cristo ressuscitado. Sendo um dos muitos textos gnósticos dos códices da </span><a style="text-align: justify;" title="Biblioteca de Nag Hammadi" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_de_Nag_Hammadi">Biblioteca de Nag Hammadi</a><span style="text-align: justify;"> , descoberto no Egito em 1945&#8230;</span></div>
<p style="text-align: justify;">Nele as estruturas complexas e as hierarquias celestes familiares nos ensinamentos <a title="Gnosticismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gnosticismo">Gnósticos</a> são reveladas. O texto proclama que Jesus permaneceu no mundo após a ressurreição por <strong>onze anos</strong> e foi capaz nesse tempo de ensinar mais profundamente a seus discípulos.., alguns argumentam que ele reflete o &#8220;verdadeiro relato dos ditos de Jesus&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Vemos também na obra <em><a title="Sobre a origem do mundo (livro)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sobre_a_origem_do_mundo_(livro)">Sobre a origem do Mundo</a></em>, que a divindade Sophia sendo mostrada como a destruidora final do universo material criado pelo <a title="Yaldabaoth" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Yaldabaoth">Demiurgo</a> (Javé) e todos os seus céus&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Na obra ainda aborda a criação e o fim dos tempos. Ele foi encontrado entre os textos da Biblioteca de Nag Hammadi, imediatamente depois de <em><a title="Hipóstase dos Arcontes" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hip%C3%B3stase_dos_Arcontes">Hipóstase dos Arcontes</a></em> . Há muitos paralelos entre os dois textos, sendo que neste o autor recria toda a história do <a title="Gênesis" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%AAnesis">Gênesis</a> e coloca <a title="Demiurgo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Demiurgo">Yaldabaoth</a> (o Demiurgo) como criador do mundo, fazendo o papel de<strong> Deus no Gênesis</strong> (Javé). Além disso, a Serpente no Jardim do Éden é retratada como uma heroína enviada por <a title="Sophia (gnosticismo)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sophia_(gnosticismo)">Sophia</a> para guiar a humanidade até a iluminação.<span id="more-2574"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O gnosticismo tornou-se uma forte influência na Igreja primitiva levando muitos cristãos da época como <a title="Marcião" href="http://www.ocultura.org.br/index.php/Marci%C3%A3o">Marcião</a> (160 d. C.) e <a title="Valentim" href="http://www.ocultura.org.br/index.php/Valentim">Valentim</a>de <a title="Alexandria (página inexistente)" href="http://www.ocultura.org.br/index.php?title=Alexandria&amp;action=edit&amp;redlink=1">Alexandria</a> a ensinar sobre a cosmovisão dualista, premissa básica do movimento. Efetivamente, para os gnósticos, existem dois deuses: o criador imperfeito, que eles associam ao <a title="Jeová (página inexistente)" href="http://www.ocultura.org.br/index.php?title=Jeov%C3%A1&amp;action=edit&amp;redlink=1">Jeová</a> do Velho Testamento e outro, bom, associado ao Novo Testamento. O primeiro criou o mundo com imperfeição, e desta imperfeição é que se origina o sofrimento humano. Mas, o deus bom teve pena dos homens e dotou-os de uma &#8220;centelha divina&#8221;, que lhes dá a capacidade de despertar deste mundo de ilusões e imperfeição.</p>
<p style="text-align: justify;">A premissa essencial da filosofia gnóstica é o postulado da existência de uma &#8220;entidade imortal&#8221;, que não é parte deste mundo, que pode ser chamado de Deus, divina essência, perfeito, puro, imaculado, vivendo no paraíso etc. que existe em todos os homens que é a sua única parte imortal. Tal deus gerou outros seres divinos (aeons), com, metaforicamente falando, os sexos definidos.Eles também são capazes de gerar proles perfeitas em si mesmas contanto que as gerem utilizando um parceiro do sexo oposto.</p>
<p style="text-align: justify;">De um modo geral, os gnósticos acreditam que o Universo manifestado foi iniciado pelas emanações do Absoluto, seres finitos chamados de <a title="Aeon" href="http://www.ocultura.org.br/index.php/Aeon">Æons</a> que se reúnem no <a title="Pleroma" href="http://www.ocultura.org.br/index.php/Pleroma">Pleroma</a>. No princípio tudo era Uno com o Absoluto, então em um determinado momento, emanaram do Absoluto estes æons (éons), formando o pleroma.</p>
<p style="text-align: justify;">O pleroma dos gnósticos é um plano arquetípico, abaixo do qual está o plano material, manifestado. Assim, o que antes era Uno e vivia no pleroma, se despedaça em partes. Este estado de infelicidade, pela descida no pleroma (e separação do Todo Uno), é o que ocasiona o sofrimento do homem neste mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos éons, Sofia, decidiu gerar sozinha um filho sem a ajuda de um parceiro. O resultado foi um deus imperfeito e mal formado, chamado de Yaldabaoth um <a title="Demiurgo" href="http://www.ocultura.org.br/index.php/Demiurgo">Demiurgo</a> (<em>artesão</em> em grego), que criou o mundo material &#8220;mal&#8221;, juntamente com todos os elementos orgânicos e inorgânicos que o constituem. Consciente do erro, Sofia joga seu filho numa região separada do cosmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tal entidade mal formada e ignorante, vendo-se sozinha, acredita ser o único deus. Ele então cria a Terra e os seres humanos. Sendo frutos de um deus imperfeito, somos igualmente incompletos, num mundo ilusório. Este deus, é o deus da Bíblia (antigo testamento).</p>
<p><strong style="text-align: left;">Baixe o Livro com seus 3 volumes para estudos no link abaixo.</strong></p>
<p style="text-align: left;">* <a href="http://www.mediafire.com/?r00uptwp8i6j1pz" target="_blank">Pistis Sophia</a></p>
<p style="text-align: left;" align="center"><span style="color: #003366;"><em>Obs. Pedimos e esperamos que ninguém tome oque aqui é apresentado com verdade absoluta, questão de crença ou de fé, apenas sementes de reflexões e estudo para todos nós.</em></span></p>
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		<title>O Relacionamento Sagrado</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 18:37:08 +0000</pubDate>
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“Descansa em Mim tua mente, ó príncipe! E satura toda a tua mente de Meu Ser, e ao deixares esta vida, morrerás certamente em Mim.” 
( Bhagavad Gita, cap. XII, v. 8 )
Assim se expressou o ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center">
<p style="text-align: center;" align="center"><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/01/shiva_PG05_l.jpg"><img class="size-full wp-image-2550 alignnone" title="shiva_PG05_l" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/01/shiva_PG05_l.jpg" alt="" width="550" height="393" /></a><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/01/shiva_PG05_l.jpg"><br />
</a></p>
<p align="center"><strong><em>“Descansa em Mim tua mente, ó príncipe! E satura toda a tua mente de Meu Ser, e ao deixares esta vida, morrerás certamente em Mim.” </em></strong></p>
<p align="center"><em></em>( Bhagavad Gita, cap. XII, v. 8 )</p>
<p style="text-align: justify;" align="center"><span style="text-align: justify;">Assim se expressou o Avatar Krishna certa vez a Arjuna. Com estas palavras, Krishna revelava ao seu discípulo mais íntimo a ciência sagrada da União com Deus, ou seja, a integração da mente individual (jivátma) com a Mente Universal do Pai/Mãe Amantíssimo (Paramátma).</span></p>
<p style="text-align: justify;">Os hindus referem-se a esta integração espiritual usando uma simples palavra – YOGA. Yoga é, por tanto, a unificação com a consciência transcendental de Deus e é uma “ciência” que há muitos milênios foi semeada na Terra diretamente pelo Senhor Shiva, com a finalidade de ofertar ao ser humano os meios mais práticos e “rápidos” de se alcançar a libertação. Libertação aqui, refere-se à libertação de todo tipo de sofrimento e condição indigna a que estamos submetidos enquanto seres viventes neste universo de Brahma (o Senhor Javé).</p>
<p style="text-align: justify;">Viver aqui, como bem percebeu há aproximadamente 2.500 anos Sidarta Gautama, o Buda, não é fácil e nos coloca em contato com o sofrimento em todas as fases de nossa vida. Mas, mesmo sendo uma constante na vida dos seres, na Terra ou mesmo fora dela, este estado de sofrimento não é algo infinito e pode ser superado a partir do esforço contínuo de qualquer individualidade existente na obra da criação deste universo.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando as palavras de Krishna (“Descansa em Mim tua mente, ó príncipe! E satura toda a tua mente de Meu Ser, e ao deixares esta vida, morrerás certamente em Mim.”) podemos perceber uma das principais vias pela qual é possível atingir a meta suprema, ou seja, a conquista da liberdade espiritual. No entanto, ao nascermos no mundo nos identificamos tanto com o que aqui existe que tomamos esta ilusão como sendo a própria Realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Conduzir-nos em plena existência material, no uso de um corpo grosseiro, limitado e animal, dificulta-nos compreender e recordar a real natureza de nosso ser interno, a qual é espiritual e divina – pois foi originada do Pai/Mãe Amantíssimo. Esta cegueira espiritual é o que nos faz viver uma vida inteira sem sequer termos vida interior, porque essa somente ocorre quando procuramos tomar contato com a presença de Deus, nosso Eu Superior. Infelizmente a maioria de nós não está nem mesmo interessada em saber que Deus é o morador interno de nosso ser, quanto mais tentar percebê-lo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2549"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Mantermo-nos com o pensamento focado em Deus, dirigindo nossas forças, nosso amor, nossa vida e todas as nossas ações a Ele, fará certamente com que caminhemos pela trilha do autodescobrimento e o mais breve possível vençamos o mundo, porém na atitude humilde e pacífica de não entrar em confronto com quem quer que seja, pois que isso é inútil.</p>
<p style="text-align: justify;">Vencer o mundo, da maneira como disse Jesus (“Eu venci o mundo”), significa estar no mundo, mas não se subordinar aos ditames do modo como comumente se vive a vida no mundo, através da imposição do mais forte sobre o mais fraco, da esperteza, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se vive a vida interior isso torna-se possível. O Mestre Jesus estava constantemente em comunhão com sua Realidade Divina interior e, mesmo levando pancadas do mundo e dos seres que viviam no mundo, não se permitiu se desviar de sua comunhão com o Pai/Mãe Amantíssimo, no mais íntimo do seu Ser, e saiu daqui espiritualmente limpo, sem máculas e sem karmas a saudar em vidas futuras. E fez isso para nos mostrar que é possível e que a única maneira é ir ao encontro do Reino de Deus, reino este que, segundo Ele nos ensinou, está dentro de nós.</p>
<p style="text-align: justify;">Estabelecer o contato sagrado (o “eu” como “Eu”) é assegurar uma vida digna, apesar de estarmos submetidos a uma faixa de realidade indigna. O contato sagrado é a vida interior tão necessária e o mesmo pode se estabelecer sem custo algum, sem ter que ter religião, sem ter que seguir ordens de alguém, sem ter que pagar pedágio, sem ter que ser médium, sem ter que ler “trezentos” livros para obter este conhecimento, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">E como é que é podemos fazer isso? Praticando algum tipo de disciplina espiritual que seja capaz de promover em nós a pacificação pessoal, a negação de si mesmo (do “eu falso”, o ego transitório que acreditamos ser) e o controle respiratório. Tudo que nos levar a estas três consequências básicas é em si a vivência da vida interior.</p>
<p style="text-align: justify;">Krishna, como Avatar ou ser uno com a Consciência Divina que é, nos ensinou a focar Deus em nossa vida, a permanecer com o pensamento em Deus, mesmo fazendo algum tipo de atividade externa aparentemente incompatível. Usar um mantra pessoal, o qual possamos repetir várias vezes por dia, orar em gratidão e amor, falar sobre Deus a quem esteja interessado em ouvir, auxiliar a qualquer ser vivo como uma oferenda a Deus, permanecer na companhia de pessoas que buscam sinceramente o contato com Deus, dentre outras disciplinas, são exemplos bem práticos e acessíveis a todos.</p>
<p style="text-align: justify;">As escrituras védicas ensinam que “aquele que conhece Deus, torna-se Deus”. Conhecer Deus só é possível quando nos aproximamos Dele verdadeiramente e quando, pela postura mental harmônica e pelas atitudes pacíficas e amorosas, O “atraímos” para junto de nós. E no final das contas, nesse relacionamento sagrado, à medida que vamos conhecendo cada vez melhor ao Pai/Mãe Amantíssimo, perceberemos em verdade que Ele e nós sempre fomos Um só.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Paulo Gustavo Tavares</strong></p>
</div>
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		<title>Viagem na Matéria</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 17:57:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
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Existem pelo menos três dados sobre os quais baseamos o nosso conhecimento os quais deveriam nos convidar a uma profunda reflexão sobre o confuso sistema de pensamento que permeia toda a civilização humana: mapeamos somente ...]]></description>
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<p style="text-align: justify;" dir="ltr"><a href="http://hyperben2.deviantart.com/art/Quantic-laces-135273611?q=boost%3Apopular%20quantic&amp;qo=120"><img class="alignnone size-full wp-image-2546" title="Quantic_laces_by_hyperben2" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2012/01/Quantic_laces_by_hyperben2.jpg" alt="" width="570" height="570" /></a></p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Existem pelo menos três dados sobre os quais baseamos o nosso conhecimento os quais deveriam nos convidar a uma profunda reflexão sobre o confuso sistema de pensamento que permeia toda a civilização humana: mapeamos somente o 3% do nosso DNA (os 97% restante é aparentemente sem função); conhecemos  somente o 4% da composição efetiva do universo (os 96% restante são a “misteriosa” matéria escura ); nada no cosmos pode viajar a uma velocidade igual ou superior à da luz (Einstein).</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">A reflexão, portanto,  nos impõem uma pergunta: podemos afirmar que o que conhecemos como “ciência” é o instrumento certo para analisar e compreender a realidade que nos rodeia?</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">No lugar de uma resposta retórica, vamos aos exemplos práticos:</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">A estrutura atômica. Se quiséssemos ter uma representação gráfica de como o átomo – a unidade constituinte de todas as manifestações físicas, orgânicas e não &#8211; é estruturado, deveríamos imaginar um campo de futebol e uma cabeça de alfinete posta no seu centro. Nestas devidas proporções manifesta-se a matéria (o alfinete, ou seja, o núcleo de prótons e nêutrons), e o espaço vazio onde rodeiam os elétrons. Não é então um atrevimento afirmar que todas as coisas, as plantas, os animais e os homens, são feitos mais de vazios que de material denso.<br />
<span id="more-2545"></span></p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Se analisarmos, porém o núcleo atômico em detalhes, descobriremos que a sua base material é constituída de quark… que são micro-partículas luminais elétricas. Assim, se são os quark os verdadeiros constituintes do núcleo atômico, não seria errado afirmar que somos feitos, nos e todas as coisas, de luz. E se ainda não fosse-nos bastante, e quiséssemos aprofundar-nos no infinitamente pequeno, acharíamos uns filamentos invisíveis – as supercordas – que alongam-se e encurtam-se, produzindo com este movimento… vibrações, ou seja sons.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">A matéria, então, analisada pela física e pela biologia, não é se não vazio, luz e sons. Parece uma piada, mas não é. O que mais se aproxima a uma piada é a nossa convicção de considerar os nossos conhecimentos comuns como um sinal de inteligência e sabedoria quando, na realidade, trata-se de pura ignorância em relação ao que nos identificamos como “realidade física”.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Estamos partindo deste pressuposto, aparentemente fora do lugar numa exposição que deveria tratar de temas ligados ao espiritualismo, porque parece ser esta a maneira mais lógica, e racional, para tentar de compreender a existência enquanto realidade multidimensional, onde a espiritualidade aparece não somente como uma destas dimensões, mas à que a todas às outras abraça, e que a todas pré-existe.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Se o objetivo das nossas pesquisas é o de desmantelar os credos científicos que nos obrigam a confrontar-nos só e exclusivamente com o que aparentemente parece ser a realidade física, deveríamos fazê-lo seriamente, sem preclusões mentais. Inclusive porque é exatamente a mente o agente que nos condiciona a crer que seja real e verdadeiro somente o que podemos experimentar através dos nossos sentidos corporais.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">A distância de poucas semanas da descoberta dos físicos do CERN, na Suíça, que indica num  tipo de micro-partículas – os neutrinos – o vetor que desqualificou a teoria da relatividade restrita de Einstein, viajando à velocidades superiores à da luz , podemos voltar à 1992, quando num laboratório francês o professor Aspect, e seus assistentes, fizeram um dos experimentos de maior relevância no campo da física quântica.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Nesta experiência, em resumo, foi tirada uma pequena amostra de tecido celular de um voluntário, e aplicados em ambos reveladores de freqüência e intensidade elétrica. A experiência consistia em estimular reações emotivas no doador, e registrar se a parte do tecido doado – posta a distâncias sempre maiores, até chegar a mais de 500 km do voluntário – sentia o mesmo estímulo, e em quanto tempo isso acontecia. A evidência dos resultados laboratoriais mostrou que as duas partes celulares registravam os mesmos impulsos, contemporaneamente. Os cronômetros eletrônicos não podiam mentir, nem as regras da matemática: apesar da distância, a informação entre as diferentes células corria a uma velocidade superior à da luz.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Naquela época (a experiência com os neutrinos estavam apenas começando ) era vigente o principio de que nada, no universo do espaço-tempo, podia viajar a 300 mil km por segundo – a velocidade da luz. Assim, a única conclusão que restava aos cientistas , que não podiam negar o resultado da experiência de Aspect, foi a de deduzir que a comunicação, a informação, devia ter acontecido fora do contesto físico do universo, fora do espaço-tempo, em uma outra dimensão, paralela ou adjacente à nossa. A “não-localidade quântica”, como foi chamada a experiência de Aspect, fundava as bases de um multi-verso, ou seja de um universo com múltiplas dimensões, dentro às quais era possível criar a hipótese da existência da mais rarefeita de todas, a mais etérea, a espiritual.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Este mesmo conceito, hoje alinhado com as recentes descobertas a respeito das peculiaridades das micro-partículas super-luminais – como o neutrino &#8211; não somente quebrava o absolutismo do conceito de espaço e de tempo, relegando-o a uma dimensão específica da física – o espaço-tempo, justamente – mas enchia de novos, desconcertantes significados tudo que, até hoje, pertencia ao território das ciências clássicas.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Para entender a importância das recentes descobertas a respeito do neutrino, no contesto que a nos interessa, temos que fazer um passo atrás, em direção à estrutura do átomo. Dizíamos que a maior parte do espaço atômico é ocupada pelo vazio. É uma maneira de dizer, porque o conceito de vazio é muito relativo no átomo, visto que, no seu interior, agem quatro forças distintas, que são as mesmas que agem em todo o universo: a força gravitacional, a força eletromagnética, a interação nuclear forte e a interação nuclear fraca. E exatamente nesta última que agem os neutrinos, provocando o desencadeamento radioativo dos núcleos atômicos, agindo como uma espécie de “cola” entre protóns e elétrons. Além das particularidades técnicos-científicas desta asserção, o que a nos interessa saber é que em cada átomo que nos pertence agem os neutrinos, que viajam a velocidade maior que a da luz, permitindo aos eletróns de transportar informações além da barreira do espaço-tempo. Isto acontece a toda hora, desde quando nascemos, até o dia da partida, e além desse. A revolução que esta descoberta deverá operar nos ambientes da fenomenologia científica clássica é somente uma questão de tempo, e não vai tardar.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">A velocidade de deslocação no universo poderia parecer um conceito avulso das nossas pesquisas, mas não o é, bem pelo contrário. E exatamente graças a esta característica física que percebemos a matéria como tal. Visualizamos um ventilador que gira muito rapidamente. A impressão visível que teremos é a de uma forma circular única e compacta, uma massa escura com um raio igual ao comprimento das pás do ventilador. A impressão, porém, não é só visível, mas tátil, também: se tentarmos por um dedo no meio daquela imagem circular compacta que o aparelho nos mostra, bateríamos contra algo duro. Isto acontece, porém, porque a velocidade do movimento de que dispomos é pouca. Se pudéssemos elevá-la exponencialmente, poderíamos entrar e sair entre as pás em rotação sem nunca tocá-las. Daqui a atravessar paredes… seria um passo.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Os textos védicos nos dizem que a realidade é maya, pura ilusão. O mesmo conceito é repetido em todas as grandes tradições iniciáticas da antiguidade, e agora até a nossa ciência está começando a descobrir isto. Quando chegarmos lá e compreenderemos, estaremos mais próximos do céu.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr"><em><strong>Roberto Numa</strong></em></p>
</div>
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		<title>2012 A Nova Era do Espírito &#8211; Jan Val Ellam</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Dec 2011 19:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Palestra realizada em dezembro de 2010 pelo escritor Jan Val Ellam na cidade de Curitiba.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.orbum.org/2012-a-nova-era-do-espirito-jan-val-ellam">Clique para ver o Vídeo</a></p>
<p>Palestra realizada em dezembro de 2010 pelo escritor Jan Val Ellam na cidade de Curitiba.</p>
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		<title>Provas de guerra no Oriente Médio</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 02:44:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Quem gosta de suspense é aconselhado ler este artigo, não irá se arrepender. Vamos tratar da guerra secreta que se trava desde os últimos dois anos no Oriente Médio, e que está agora emergindo de ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2011/12/the-map.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2523" title="the-map" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2011/12/the-map.jpg" alt="" width="480" height="300" /></a></div>
<p style="text-align: justify;">Quem gosta de suspense é aconselhado ler este artigo, não irá se arrepender. Vamos tratar da guerra secreta que se trava desde os últimos dois anos no Oriente Médio, e que está agora emergindo de uma vez, para todo mundo ver.</p>
<p style="text-align: justify;">Os “aparentes” atores principais desta peça trágica chamam-se Israel e Irã, mas os verdadeiros são os de sempre: norte americanos, russos e chineses. O resto do cast, os coadjuvantes, não são de menosprezar: Egito, Turquia, Síria formam realidades complexas, peças de manobra no tabuleiro do oriente médio.</p>
<p style="text-align: justify;">O “camarote” tem os vidros fumê, ainda não dá para ver claramente quem está dirigindo o show, apesar de muitos crerem poder identificar nos grandes grupos de poder, os conglomerados econômicos e financeiros, os que de fato controlam o desenrolar da peça. O público pagante somos nós.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão “oficial” é nota: o Irã está tentando construir um sistema industrial que permita ao aparato militar de equipar-se com armas nucleares, e Israel não quer que isso aconteça, por óbvios motivos. A “não oficial” fala sempre da mesma coisa: petróleo, energia para o futuro da geração dos “irresponsáveis”, da qual nos fazemos parte, tanto é que o dinheiro que custeia tudo isto provém dos bolsos, direta ou indiretamente, dos “desligados” contribuintes do planeta.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabemos que o Irã, além de ser um país populoso com um enorme aparato militar, tem o território encravado naquela riquíssima região de mares subterrâneos de combustíveis, e suas fronteiras tocam Rússia, Turquia, Iraque, Arábia Saudita, Qatar, Emirados Árabes, Oman, Paquistão e Afeganistão. Ao ver tal lista de vizinhos podemos começar a entender a importância estratégica que o Irã tem no tabuleiro do xadrez no oriente médio, e não só disso.<span id="more-2522"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O verdadeiro perigo que o Irã representa, nesta lógica que estou apresentando, é que, em sendo a maior potência militar ativa naquela região, fora Israel, pode a qualquer momento bloquear o tráfego marinho no estreito de Hormuz, no Golfo Pérsico, impedindo a qualquer navio o recebimento e o transporte do petróleo que sai dos depósitos dos países árabes que fornecem o bloco ocidental dos americanos e dos europeus, deixando os primeiros reféns do combustível venezuelano de Chavez, e os segundos do petróleo e do gás russos, que seriam garantidos através da fronteira natural do Mar Cáspio, que une o Irã à ex URSS.</p>
<p style="text-align: justify;">Se isso acontecesse, seria uma revolução tal que de imediato provocaria uma debàcle das democracias atlânticas e mediterrâneas, dividindo o mundo em dois: os que tem energia, e os que devem comprá-la. Nesta simples equação reside o verdadeiro motivo de tudo que vemos desenrolando-se naquela região.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas vamos dar uma olhada ao tabuleiro, e ver a posição de cada peça. A Rússia controla o mercado do gás na Europa, mas não o do petróleo, em mãos dos Países árabes aliados aos Estados Unidos, encabeçados pela Arábia Saudita. Junto com a China escolheram o Irã como posto avançado na região, fornecendo a esta Republica Islâmica armas, dinheiro, aparatos técnicos e conhecimentos científico-militares. É assim faz tempo, mas dois anos atrás algo mudou: um avião com cinco “técnicos nucleares” russos, em missão como “treinadores” dos iranianos, explodiu “casualmente” antes de aterrissar, matando todos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos meses seguintes, outros tantos engenheiros nucleares iranianos &#8211; os que tinham sido treinado pelo russos &#8211; também morreram, alguns “casualmente”, outros nem tanto. As fábricas onde o programa nuclear iraniano era desenvolvido começaram a ser alvo do serviço secreto israelense, o Mossad. Antes intervieram através de uma nova geração de vírus eletrônicos que desestabilizou todo o aparato da tecnologia nuclear dos Ayatollah, reduzindo-o de um terço, de fato atrasando o cronograma dos islâmicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A este ataque cibernético seguiu um bem mais “normal”, com a explosão de uma base de mísseis próxima a Teheran e, na semana passada, de uma fábrica de ogivas. Os dois países, Irã e Israel, começaram a acusar-se reciprocamente, um invocando a suposta intenção do outro em destruí-lo. Neste impasse, a diplomacia internacional tentou, e ainda está tentando, forçar os iranianos a desistir do programa nuclear com sanções econômicas duríssimas, mas que até agora não tiveram êxito nenhum, se não o de cristalizar as posições da Rússia e China, em favor dos xiitas iranianos.</p>
<p style="text-align: justify;">Os americanos, então, decidiram “meter a mão na massa”, e começaram a enviar material bélico à Israel, secretamente, para ser usado em solo iraniano: os “drones”, aviões sem pilotos, invisíveis aos radares, equipados com câmeras e bombas de precisão. Evidentemente o governo americano sempre negou tal feito, mas ante ontem (4 de dezembro) os iranianos abateram um desse exemplares de última geração, os mísseis Rq-170 Sentinel, hiper-tecnológicos UAN (Unmanned Aereal Vehicle), e a farsa acabou. Os protestos russos se levantaram de imediato, e deram guarita à decisão de manter navios de guerra em frente ao litoral sírio, outra “trincheira” dos ex-soviéticos. É noticia de hoje, porém, que os americanos não se deixaram intimidar, e mandaram os navios de guerra estacionados no Mar Vermelho, através do Canal de Suez, no Mediterrâneo, em direção à Síria.</p>
<p style="text-align: justify;">Em breve teremos, talvez, as duas potências mundiais uma em frente à outra, como antigamente. Neste quadro preocupante o Egito se encarrega de fornecer mais motivos de suspense. As recentes eleições mostraram um novo equilíbrio do poder, em formação na terra das pirâmides. O 40% dos votantes elegeram o Partido Islâmico (moderado) como representante, e outro 20% deram a própria preferência ao partido dos Salafitas, fundamentalistas islâmicos, inimigos mortais dos hebreus. O governo que será em breve formado será totalmente contrário à política de “boa</p>
<p style="text-align: justify;">vizinhança” com Israel, siglada em Camp David nos anos 80 e mantida nas últimas décadas pelo governo precedente de Hosni Mubarak.Para complicar ainda mais a situação a potentíssima Turquia, desde sempre “barreira” ocidental em terras islâmicas, mudou de opinião, e entrou em conflito diplomático com o governo ultra-conservador de “Bibi” Nethaniau, ameaçando romper os acordos comerciais e militares.</p>
<p style="text-align: justify;">Eis que os três lados do triângulo no qual Israel está encravada, são agora definidos: Egito, Turquia, Síria e Irã tem tudo para fornecer preocupações de sobra aos israelenses, e aos ocidentais que financiam e sustentam o poderio militar dos hebreus na região. Estes, de fato, querem mostrar que sabem responder à altura, numa “queda de braço” que não poderá ajudar algum processo de paz no Oriente Médio.</p>
<p style="text-align: justify;">Aparentemente, então, a situação é muito preocupante, e de fato o é. Mas tem algo mais. A nave espacial que desceu, em janeiro passado, sobre o templo maior dos cristãos, hebreus e muçulmanos, foi mensageira de um recado de Yahweh/Allah: não mexam onde não devem, o momento agora é meu, não mais de vocês. Os governos russos e americanos, que há muitos anos têm relacionamentos constantes com expoentes de outras civilizações extraterrestres, sabem com quem estão tratando, conhecem a determinação e o poderio tecnológico dos nossos irmãos “de fora”, e os temem.</p>
<p style="text-align: justify;">A verdadeira guerra não é nas dunas do deserto da África, mas na matriz quântica de Javeh, de Jesus e Sai Baba. E ali que se enfrentam o exército da luz e o das trevas. E a batalha final, o Armagedon, já tem um êxito predeterminado.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos dormir em paz, se esta for a vontade do Pai. Se for outra, o saberemos em breve.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Roberto Numa</strong><br />
<em><strong>Grupo Atlan Itália</strong></em></p>
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		<title>Pai Nosso para Javé (YHWH)</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 22:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Colaboradores]]></category>

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Estava dormindo e acordei com esta frase na cabeça: &#8220;Pai nosso que está em tudo, santificado seja vosso nome que está em nós.&#8221; Dormi novamente e fui acordada com a mesma frase: &#8220;Pai nosso que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone size-full wp-image-2484" title="yhwh" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2011/11/yhwh.jpg" alt="" width="590" height="443" /></p>
<p style="text-align: justify;">Estava dormindo e acordei com esta frase na cabeça: &#8220;Pai nosso que está em tudo, santificado seja vosso nome que está em nós.&#8221; Dormi novamente e fui acordada com a mesma frase: &#8220;Pai nosso que está em tudo, santificado seja vosso nome que está em nós.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Como estava colocando meu filho para dormir novamente, já que ele havia também acordado, fiquei com medo de não conseguir me lembrar da frase e mais que rapidamente alguém me falou: não se preocupe, você vai lembrar, coloque o bebê para dormir. Depois que o meu filho dormiu, a meia luz, sentei no chão, peguei uma caneta e papel e comecei a escrever;</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Pai nosso que está em tudo, santificado seja vosso nome que está em nós, venha a nós o vosso reino de amor&#8230;.aí foi que percebi que estava muito parecido com o Pai Nosso ditado por Jesus Cristo para louvar o Pai Amantíssimo.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Cada nova frase que vinha na minha cabeça, vinha também acompanhada da frase que tinha no Pai Nosso Cristão, como se para que eu entendesse o que estava sendo feito, uma nova versão desta oração para louvar, o Senhor Javé, o Criador deste Universo.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span id="more-2483"></span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">A sensação que tive era de que, a intenção de quem estava me transmitindo esta oração era a de que todo ser humano, no futuro que ainda está por vir, se assim o desejar, poderia usar esta oração para se conectar com o seu Deus Criador, para louvar e enviar sinais de amor para Javé!</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Depois que a autoria desta oração foi revelada, compreendi o porque dela ter sido feita a semelhança do Pai Nosso Cristão, assim foi feito por se tratar de uma homenagem a Javé do Ser que na Terra ficou conhecido como Jesus Cristo. Com esta oração ele reafirma o seu amor por Javé e, nos ensina como rapidamente nos conectarmos com o nosso Pai Criador através do amor!</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Ele, Jesus Cristo, nos convida a amarmos e a enviar sinais de amor a esta divindade que tanto necessita da nossa postura ousada em amar acima de tudo e de principalmente, acima de qualquer sentimento que possamos ter com relação ao que nos é desconhecido e por vezes chocante.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Somos cada um, seres pensantes, seres não pensantes, seres inanimados e qualquer forma de vida que exista neste universo, parte de um corpo maior – o Senhor Javé!</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Somos seres individualizados, porém, conectados com tudo e todos e, principalmente com a fonte de tudo que existe aqui neste lindo planeta azul e em outras civilizações que também foram criadas a partir das células do nosso criador Javé.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Não tenho a pretensão de pensar que reescrevi o Pai Nosso Cristão, tenho a pretensão de dizer, que transcrevi uma nova oração que terá o condão de nos CONECTAR mais rapidamente e amorosamente a fonte de tudo que existe neste Universo – YAHWEH.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Que vibremos amor e ternura ao sentirmos que estamos todos envolvidos por esta energia amorosa por tudo o que existe neste universo e de principalmente, por Aquele que tudo criou.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Por amor,</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><strong>Jeane Miranda</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;" align="center"><strong>12 de novembro de 2011 &#8211; 22:30 min</strong></p>
<p style="text-align: center;" align="center"> <strong style="font-size: 26px;">Pai Nosso para Javé (YHWH)</strong></p>
<p style="text-align: center;"> <em style="text-align: center;"><strong>Pai nosso que está em tudo.</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"> <em style="text-align: -webkit-center;"><strong>Santificado seja o vosso nome que está em nós.</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"> <em style="text-align: -webkit-center;"><strong>Venha a nós o vosso reino de amor, assim como, por amor, criastes o céu e a terra.</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"> <em style="text-align: -webkit-center;"><strong>O pão nosso de cada dia, providenciastes.</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"> <em style="text-align: -webkit-center;"><strong>E perdoastes as nossas ofensas diárias.</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"> <em style="text-align: -webkit-center;"><strong>Pai amado, não nos deixe cair em tentação de não lembramos do teu santo nome nem por um dia!</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"> <em style="text-align: -webkit-center;"><strong>Mas, livrai-nos do mal eterno e para sempre exista em nós.</strong></em></p>
<p style="text-align: center;">  <em style="text-align: -webkit-center;"><strong>Amém.</strong></em></p>
<p style="text-align: center;" align="center"><strong>Por amor,</strong></p>
<p style="text-align: center;"> <strong style="text-align: -webkit-center;">De Krystos Sophia (Jesus Cristo) para Javé (YHWH)</strong></p>
<p><span style="font-family: GentiumAlt; font-size: medium;"><br />
</span></p>
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		<title>Maias previam retorno de um deus em 2012, e não o fim do mundo, diz estudo</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Dec 2011 13:26:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[maias]]></category>

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		<description><![CDATA[As previsões dos maias para dezembro de 2012 não se referem ao fim do mundo, mas ao retorno do deus Bolon Yokte, que voltaria ao término de uma era e ao começo de outra, segundo ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As previsões dos maias para dezembro de 2012 não se referem ao fim do mundo, mas ao retorno do deus Bolon Yokte, que voltaria ao término de uma era e ao começo de outra, segundo uma nova interpretação divulgada nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH) do México.</p>
<p style="text-align: justify;">Os especialistas Sven Gronemeyer e Barbara Macleod, da Universidade da Trobe (Austrália), divulgaram uma nova interpretação das inscrições maias do sítio arqueológico de Tortuguero, durante a 7ª Mesa Redonda de Palenque, realizada no estado mexicano de Chiapas.</p>
<p style="text-align: justify;">A data de 21 de dezembro de 2012 citada nas inscrições do povo indígena maia gerou diversas especulações sobre supostas &#8220;profecias maias do fim do mundo&#8221;, versão que foi rejeitada pelos arqueólogos e epigrafistas.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo os especialistas, os maias criaram um calendário com base em um período de 400 anos, denominado Baktun. Cada era é composta por 13 ciclos de 400 anos, que somavam 5.125 anos, e, segundo a conta, a era atual concluiria em dezembro de 2012.</p>
<p><a href="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2011/12/Bolon-Yokte.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-2604" title="Bolon Yokte" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2011/12/Bolon-Yokte.jpeg" alt="" width="550" height="354" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O epigrafista alemão indicou que essa inscrição está ligada à história da cidade maia de Tortuguero, na qual se cita o governante Bahlam Ajaw (612-679 d.C.) como futuro participante de um evento do final da era atual.Gronemeyer explicou que, de acordo com a visão maia, no final de cada era, completava-se um ciclo de criação e começava outro. Nesta inscrição, menciona-se que 21 de dezembro &#8220;seria investida a deidade Bolon Yokote&#8221;, um deus vinculado à criação e à guerra, que participou do começo da atual era, iniciada em 13 de agosto do ano 3.114 a.C.</p>
<p style="text-align: justify;">O texto de caráter narrativo, segundo Gronemeyer, mostra que os governantes maias deveriam &#8220;preparar o terreno para o retorno do deus Bolon Yokte, e que o Bahlam Ajaw seria o anfitrião de sua posse&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme este prognóstico, o deus Bolon Yokte presidiria o nascimento de uma nova era, que deverá começar em 21 de dezembro de 2012, e supervisionaria o fim da era atual.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A aritmética do calendário maia demonstra que o término do 13º Baktun representa simplesmente o fim de um período e a transição para um ciclo novo, embora essa data seja carregada de um valor simbólico, como a reflexão sobre o dia da criação&#8221;, comentou Gronemeyer.</p>
<p style="text-align: justify;">O epigrafista mexicano Erik Velásquez disse que, para os escribas maias, a história como uma narração de eventos humanos foi uma preocupação secundária. Eles se centravam nos rituais de qualquer tipo, por isso, &#8220;as inscrições mostram relações complexas entre o tempo, as esculturas e os prédios&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Na antiga concepção maia, o tempo se construiu tal como as esculturas e os prédios que as continham, os períodos tinham consciência, vontade, personalidade e se comportavam como humanos&#8221;, acrescentou Velásquez.</p>
<p> <strong>Fonte: Folha de São Paulo</strong></p>
<p><a href="http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1014810-maias-previam-retorno-de-um-deus-em-2012-e-nao-o-fim-do-mundo-diz-estudo.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/1014810-maias-previam-retorno-de-um-deus-em-2012-e-nao-o-fim-do-mundo-diz-estudo.shtml</a></p>
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		<title>Ventos do Deserto</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 18:19:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Orbum</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Colaboradores]]></category>

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O que está acontecendo na faixa setentrional da África e do Oriente médio è algo pouco compreensível, se visto fora do contesto político estratégico internacional. Como juntar, de fato, o que aconteceu na liberal Tunísia, ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><span style="color: black; font-family: Arial;"><img class="size-full wp-image-2472 alignnone" title="watching-the desert" src="http://www.orbum.org/wp-content/uploads/2011/11/watching-the-desert.png" alt="" width="570" height="660" /></span></span></p>
<div>
<p id="internal-source-marker_0.8577449771109968" style="text-align: justify;" dir="ltr">O que está acontecendo na faixa setentrional da África e do Oriente médio è algo pouco compreensível, se visto fora do contesto político estratégico internacional. Como juntar, de fato, o que aconteceu na liberal Tunísia, com o Egito dos mulçumanos e dos cristão-coptas, a Líbia dos beduínos, Israel e a Palestina, o Irã dos xiitas, o Iraque e a Síria dos sunitas? Neste caleidoscópio de raças e religiões, è bom proceder com ordem.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Fazia tempo que o timer da revolta estava correndo, mas a bomba explodiu “casualmente” em dezembro, na Tunísia. Um cara, vendedor ambulante nas feiras, suicidou-se se queimando em praça publica, por uma multa recebida pelos fiscais do município onde morava.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Um fato aparentemente sem um valor especifico, alem do drama pessoal do ambulante, resultou no estopim que deu inicio à revolta popular, que em pouco menos de dois meses, de forma pacifica, destronou Ben Ali, o ditador há 23 anos no poder. Custaram algumas centenas de vidas, mas podia ter sido pior…</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Como uma onda do mar, os protestos apareceram no Egito, onde uma ditadura militar controlava o Pais desde o fim da segunda guerra mundial. O Presidente Hosni Mubarak, apos 30 anos de poder, tentou resistir matando a sua própria gente, conseguindo desta maneira o impossível: juntar muçulmanos e cristão-coptas, eternos inimigos, numa luta que terminou com o seu exílio dourado em Sharm el Sheik, a pérola do Mar Vermelho, aconselhado pela própria junta do Exercito, que assumiu “temporariamente” o poder, até próximas eleições.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">A onda transformou-se em tsunami, e chegou na Líbia, do coronel Kadhafi. Ele também, há 42 anos no controle total do povo e do território, recusou-se a ouvir os clamores da praça, e pensou em sufocá-los com o fragor das armas. Fez milhares de vitimas, destruiu comunidades e centros urbanos, desarticulou toda a economia, retirou toda a riqueza acumulada através da venda do petróleo às nações ocidentais, mergulhou, junto com a sua família e seus seguidores, numa espiral de horrores que terminou somente com a sua própria morte.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">A onda, neste meio-termo, propagou-se ao Yemen, à Arábia Saudita, à Síria, e ali pareceu parar. A dinastia dos Assad, ditadores há 40 anos, havia conseguido um resultado excelente: de etnia xiita-alawita, com somente os 12% da população total da Síria (composta pelo resto de sunitas), criou uma aliança de ferro com o Irã, a Rússia e a China.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Sem matérias primas de vital importância (leia-se petróleo), a Síria era, porém, a guarita de segurança territorial contra o eixo Israel- Estados Unidos, e logo virou a mais poderosa inimiga do estado hebreu, controlando de fato o vizinho Líbano, e indiretamente a Jordânia, além da Faixa de Gaza.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Ao Assad (pai) foi confiada a missão de criar uma barreira armada, patrocinado pela China e sobretudo pela Rússia, à propagação da influencia israelita na região, coisa que faz ate hoje através do controle das milícias revolucionarias do Hezbollah do Líbano e de Hamas na Palestina. Assad filho, o sucessor, continuou na mesma política, estreitando ainda mais os laços com o Irã dos xiitas, cercando desta forma Israel de todos os lados, menos um, o do Egito, parceiro no projeto de trégua que continua há anos, desde a época do primeiro Mubarak.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">E agora a onda voltou ao Egito, ultimo lado deste triângulo.Os militares, que prometeram ao povo vencedor, após a fuga do ditador, que iriam fazer as reformas antes das prometidas eleições de 28 de novembro, não as fizeram, mas em compensação criaram ainda mais confusões. Permitiram o reaparecimento dos conflitos étnicos entre muçulmanos, maioria do país, e cristão-coptas, que degeneraram em um inicio de guerra civil. Em seguida colocaram o exercito na rua, e recomeçaram a matar o povo, novamente reunido na Praça Tahrir, da capital Cairo, pedindo a mesma coisa de um ano antes: liberdade e trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">No meio da confusão, mataram uma candidata presidencial, para aumentar os protestos e favorecer os partidos fundamentalistas islâmicos, muito interessados (como os militares, que, porém não podem confessar abertamente) na ruptura da convivência pacifica com os vizinhos hebreus.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Até este ponto, o quadro está mais claro. De um lado Israel está quase totalmente cercado por três potências muçulmanas (Irã, Síria, Egito), sem esquecer os outros países árabes (Palestina, Iraque, Líbano, Jordânia, Turquia) que gostariam muito de redimensionar o poderio politico-militar de Israel. Do outro, Israel está sentindo a ameaça acercar-se e tentará justificar um ataque para obrigar os seus parceiros políticos (EUA e a Europa) a apoiá-los num conflito que redesenhará o xadrez internacional.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">A estratégia já começou, e uma base de mísseis Iraniana, que serviria ao eventual lançamento de ogivas nucleares, foi pelos ares poucas semanas atrás por um comando do Mossad, o serviço secreto israelita. Antes, porém, haviam invadido com um vírus letal todos os programas eletrônicos, técnicos e industriais, que podiam ter a ver com a construção de material nuclear adotado pelos Aiatolás.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">No meio de tudo isso há somente uma coisa: petróleo. O controle energético da matéria prima e das vias comerciais de transporte. Que poderá redesenhar o mapa da importância e das influências dos grandes eixos econômicos do próximo futuro.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">E isto è tudo, infelizmente.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Mas, se lermos esta historia de um ponto de vista diferente, quântico, notaremos outros detalhes, da maior importância.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Mais de meio século de opressão militar, está é a história da África do Norte. Terra de conquista para franceses, ingleses, italianos e alemães, foi abandonada nas mãos dos exércitos locais para conter um povo maltrapilho e guerreiro, que precisava ser “adormecido” com alguma reforma e um punhado de farinha. A extrema necessidade na quais quase todos estavam ajudou os mais temerários, entre os militares, e os mais poderosos, entre os civis, a criar este estado de coisas que perdura até hoje.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Aí bastou um homem, o tal de “ambulante tunísino”. Pode até parecer curioso, ou fantasioso, mas vivendo numa matrix quântica, onde atos, e sobretudo pensamentos, influem diretamente sobre tudo e todos, o poderoso pensamento coletivo de uma nação inteira, e em seguida de outras, criou um movimento que se expandiu não somente no vizinho Oriente Médio, mas até Roma, Madrid e Nova York.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">O pensamento engrossou, e virou outro. Não mais pão, eleições e liberdade, mas somente liberdade… dos centros financeiros que determinam a qualidade de vida dos povos, dos grandes blocos econômicos que manipulam os ambientes, dos conglomerados da mídia que controlam o pensamento de muita gente.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">O que era um grito de desespero está transformando-se em outro, sempre mais global, que reivindica humanidade: respeito, tolerância, solidariedade.</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Nesta luta, entre os jogadores do tabuleiro “WAR” que sentam nas cadeiras dos grandes centros de poder, tentando resolver as coisas com as armas, e a massa que clama liberdade com o coração e o pensamento, tentando resolver as mesmas coisas usando a eco visível da Internet e a invisível da rede quântica, quem tem mais possibilidades de vitoria?</p>
<p style="text-align: justify;" dir="ltr">Estamos no limiar de uma fantástica reviravolta cósmica, onde valores, antes esquecidos, voltarão com força total, para impor-se numa nova lógica humana. Perante isso, só nos resta rezar, e esperar…nas colinas de Megido.</p>
<p dir="ltr"><em><strong>Roberto Numa  </strong></em><br />
<strong>Grupo Atlan Itália</strong></p>
</div>
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