Atlântida
Pergunta: A civilização atlante sabia que ia haver a catástrofe antes do continente submergir? As pirâmides do Egito e outros monólitos espalhados em diversas regiões do planeta foram construídos por eles?
Resposta: Pelo que os mentores têm dito nos últimos anos, o que se chama império Atlante não era somente uma ilha no meio do Atlântico e sim dezenas de bases espalhadas por toda a Terra. A história do Brasil, por exemplo, tem 500 anos e já existem tantos livros, imaginemos a história da humanidade desde o primeiro momento em que se fez o calendário egípcio há cerca de 6.500 anos - o tempo da história oficialmente aceita pela humanidade -, já seria uma história cheia de tantas coisas, que seria impossível sabê-la toda.
Dizem os mentores que, a história da Atlântida são dezenas e dezenas de milhares de anos, é uma história que foi se substituindo, porque não houve uma só história atlante, mas sim muitas, só que os Atlantes nunca foram um povo muito numeroso. Esses mentores dizem que essa história ainda será convenientemente explicada.
Mas fato é que ocorreram dois grandes momentos: Primeiro, quando os últimos exilados chegaram na Terra nas suas naves, cerca de 100 mil anos atrás, começaram a povoar certas regiões e também levaram adiante certas bases já existentes de um passado muito remoto.
Vieram para cá por não terem para onde ir, pois todos os outros mundos rebelados (Rebelião Lúcifer) já haviam se reintegrado ao cósmico. (Esse assunto foi abordado no livro Reintegração Cósmica de J. V. Ellam).
Tiveram um grande problema porque no mundo de onde eles vinham (Sistema de Capela) não existia a morte transitória do corpo. Lá não há transitoriedade - no sentido de sexualidade -, para os espíritos se submetam a uma nova vida transitória, os novos corpos não são produzidos pela atitude sexual. Há outros tipos de transitoriedades em que os corpos são criados por processos tecnológicos e outros processos, que se a gente for falar aqui ai é que vai parecer loucura. Esses seres ou espíritos que assumem esses corpos não sofrem a morte transitória.
Quando eles chegaram aqui começaram a perceber que o ódio estava na Terra.
O planeta Terra foi formado há 4 bilhões e 600 milhões de anos. Há três bilhões e 800 milhões de anos, ou seja, depois de 800 milhões de anos que a Terra tinha sido formada surgiu uma molécula simples, com um código de DNA. Os cientistas não concebem como é que uma molécula tão complexa - pois que o DNA é o código da nossa vida - tenha surgido em 800 milhões de anos de evolução geológica, nas condições que a Terra tinha até então. Eles não encontram as substâncias químicas e o ambiente necessário para que essa molécula de DNA tenha surgido espontaneamente. A única opção para eles é que essa ou molécula veio de fora, ou caiu na Terra trazida por um meteoro, ou alguém a pôs aqui.
O grande problema dos cientistas, em especial do Sr. Francis Crick, um prêmio Nobel por descobrir exatamente as hélices do DNA. Crick afirma que nenhum código desses poderia sobreviver a uma viagem espacial desse naipe (num meteoro), pois ele se desfiguraria e não chegaria intacto na Terra. Então para ele só restou uma opção: alguém chegou aqui com essa molécula primeira de DNA e a colocou na Terra. Esse ganhador do Nobel criou a teoria chamada Pranspermia Dirigida, na qual ele insiste que a vida na Terra deve ter sido obra de um ser extraterrestre ou de um Deus.
Nesse código genético maravilhoso que cria a vida há algo também que cria a morte e todos os seres vivos da natureza terrena derivaram dessa primeira molécula de DNA - estou falando de ciência. Nesse primeiro “serzinho” já existia também o germe da morte, por isso tudo na Terra já nasce com o germe da sua própria morte. Os irmãos de fora chamam a Terra de planeta de realidade transitória.
Quando os tais rebelados chegaram aqui e perceberam que aqui tudo morria, perceberam que os corpos deles não iriam ser exceção, pois eles começariam a receber a radiação solar. O Sol é uma bomba nuclear que explode a todo momento, nos não morremos logo porque estamos longe dela, mas o nosso corpo não suporta muito tempo, por isso morre, só agüenta no máximo cerca de 110 giros, ou seja, anos ao redor do Sol.
Esses rebelados, que começaram a construir as bases Atlantes e começaram a perceber que na natureza desse mundo os espíritos quando largavam os corpos iam para os ambientes espirituais, ficavam durante um tempo e depois eram atraídos para um renascimento. Passaram a se preocupar, pois eram poucos e na medida em que fossem morrendo eles não reencarnariam nos seus corpos complexos, mas sim, nos corpos que estavam evoluindo na natureza terrena. Esses Capelinos não queriam morrer, para que os seus espíritos não reencarnassem em corpos de macacos. Eles não consideravam o Homo sapiens, o Homem de Neandertal e o Homem de Cromagnon como seres humanos, eles os julgavam como sendo animais. Eles, que eram cidadãos de primeira categoria, fizeram de tudo, todos os tipos de testes de manipulação genética com esses seres, na tentativa de descobrir um tipo de pele com uma coloração e uma grossura que pudesse suportar as radiações solares.
Buscando a longevidade celular começaram a praticar a manipulação genética. Isso foi feito em todas as partes da Terra. E de problema em problema eles terminaram num seriíssimo: Há cerca de 65 milhões de anos houve um grande movimento tectônico na Terra e eles tiveram que sair nas suas naves e esperar o planeta se acalmar, para depois começarem tudo de novo Foi à segunda parte da Atlântida, que durou uns bons 50 mil e poucos anos.
A história desses núcleos terminou quando a Terra há cerca de 15 ou 16 mil anos começou a esquentar e o gelo começou a derreter. O nível do mar começou a subir e o mar foi avançado. Nessa época, aqui mesmo, oito quilômetros da praia de Natal, existia uma grande base dos Atlantes, chamada Atlan. O mar foi subindo até chegar ao nível de hoje e cobriu tudo que existia desta base. Isto também ocorreu em muitas outras regiões do mundo.
Em resumo, a história da Atlântida é algo muito complexo. Quando os cientistas perceberam que era inevitável o que estava acontecendo, procuraram fazer algo fantástico: se dividiram em alguns grupos e ocuparam algumas regiões da Terra. Mais fantástico ainda é que eles fizeram isso, na perspectiva de um dia reconstruir o império Atlante. Quando viram que era impossível, fizeram um plano genial que só foi descoberto nas últimas décadas do século passado.
O cientista Robert Bauval estudava as pirâmides do Egito e não entendia como os construtores possuidores de tanta técnica construíram as três pirâmides fora de alinhamento: duas estão em linha reta, mas a do meio faz uma leve saída da linha. O cientista não entendia como construtores maravilhosos erraram esse alinhamento. Anos e anos de estudos e um belo dia, sobrevoando as pirâmides, ele percebeu que a variação das Três Marias (estrelas que formam a constelação de Oriom) é exatamente parecida com variação das três pirâmides. Ele mediu a distancia astronômica e as variações de ângulo das três estrelas e depois mediu a distância das três pirâmides e suas variações de ângulos. Robert percebeu que quem construiu as pirâmides na Terra copiou exatamente as coordenadas astronômicas dessas três estrelas. Como em matemática não há coincidência, ele disse: Seja lá quem fez isso, fez conhecendo essa matemática celeste.
Passa-se o tempo e ele começou a trabalhar com o jornalista Graham Hancock. Nessa época já se havia desenvolvido um programa de computador que, por exemplo: se você que ver o céu de Natal de um dia qualquer, você dá as coordenadas geográficas, coloca a data e esse programinha de computador mexe para que na tela apareça o céu visto em Natal naquele ano. Então eles perguntaram se no passado da história da Terra houve um ano em que as três estrelas da constelação de Oriom estavam exatamente sobre o local onde foram construídas as três pirâmides do Egito. O computador respondeu: 10.550 anos a.C.
Esses mesmos pesquisadores estavam estudando os templos de Angkor Wat, no Camboja um grupo de templos que formam uma espécie de uma cobrinha. Ao reunir esses templos de Angkor Wat e reproduzirem a constelação de Dragão, verificaram que correspondia ao mesmo número de templos; mediram as distâncias das estrelas da Constelação de Dragão e sua variação de ângulos e obtiveram o resultado positivo.
Em resumo: Seja lá quem construiu aqueles templos, o fez exatamente segundo a matemática celeste dessas estrelas. O mais curioso - e é importante que se perceba - é que esse tipo de calculo só foi descoberto no século passado. Como é que alguém, tempos atrás, faria e isso?
De novo eles fizeram a perguntinha ao computador: Será que existiu algum dia no passado um ano ou um dia em que todas as estrelas da constelação de dragão estariam exatamente sob o local onde foi construído o templo de Angkor Wat? O computador respondeu, sim, no ano 10.550 a.C.
Esses homens saíram medindo as construções monolíticas feitas há milhares de anos a.C., como as de Teotihuacan, no México, as pedras de Karnak na França, a ilha de Yonaguni, no Japão, com o seu templo submerso e todas, ou representavam algumas constelações do céu, ou foram construídas na Terra com o intuito de representar as constelações no céu na forma em que elas estavam dispostas no ano 10.550 a.C.
A coisa é tão doida que, a esfinge, no Egito, tem o corpo de leão e o rosto de homem e esta olhando para um ponto fixo. Eles colocaram no computador e pesquisaram se algum dia, no passado, alguma constelação estava no ângulo de visão da esfinge. O computadozinho respondeu que sim: A constelação de leão (o curioso é que a esfinge tem o corpo de leão). Em que ano? Resposta: 10.550 a.C.
Ou seja, estes cientistas perceberam que a conclusão é inevitável: Alguém, no ano 10.550 a.C., fez um grande congresso aqui na Terra, chamou uns especialistas e combinaram na medida do possível espalhar pela Terra obras que representem esse mapa geográfico astronômico de 10.550 a.C. Cada grupinho saio com aquele mapa e fizeram construções formidáveis por toda a Terra, que representavam as constelações, no tal ano 10.550.
As construções estão ai, não é invenção. Todas estão de pé. As contas matemáticas também não foram inventadas, todas elas estão postas. A questão é: quem construiu isso? Outra questão: eram os sobreviventes da Atlântida?
Pouco a pouco a humanidade está descortinando esse passado, com evidências empíricas verdadeiras e factuais. Os próprios cientistas, já que não podem destruir esses monumentos, são obrigados a perceber que algo muito estranho, ou maravilhosamente estranho ocorreu do passado e esse algo não pode ter surgido assim de repente, deve ter sido produto de uma outra longa evolução. Por isso eles admitem que antes da história conhecida há, necessariamente, uma história não conhecida, tão ou mais rica. Então eles admitem ter existido algum império no passado, o Império Atlante e mais alguns, que foram responsáveis por esses e mais outros tantos painéis, que ainda não foram descobertos. As humanidades futuras terão a graça e o privilégio de saber disso tudo em detalhes. A nossa geração está vendo somente os primeiros painéis de um passado misterioso, que hoje começa a se tornar claro.
Sobre a Atlântida, muito ainda vai ser escrito, pelas gerações que virão. Essa geração encarnada produzirá algumas centenas de livros, mas dirá muito pouco do que foi esse período histórico.
Discurso de Jan Val Ellam na reunião do Grupo Atlan.
Natal – 17-05-2004 – www.atlanbr.com.br
Transcrição: Luiz Carlos Matão

se fossemos envadidos oque não se pode descartar por água hoje se salvariam poucas pessoas pois temos meios para salvar mas seriam poucas pessoas sera que pelo rumo que a historia tomou noé talves fosse sobrevivente de atlantida? ja que ninguem prova o contrario não tem 1 testemunha ciquer que sobreviveu ninguem contestou a historia de noé…….