Palestra com JVE: A Era do Espírito (31/07)
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Programa Projeto Orbum 27-09-2009

Enviado por Orbum em 1 de outubro de 2009 – 21:082 Comentários

projeto-orbumAssuntos discutidos neste programa:

  • Brasil Coração do Mundo Pátria do Evangelho;
  • Sobre Política;
  • 2012.

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2 Comentários »

  • vv.tavares disse:

    OMISSÃO!!!!

    PRECISAMOS APRENDER QUE TODOS ESTAMOS DE UMA CERTA FORMA “LIGADOS” UNS AOS OUTROS E SOMOS TODOS RESPONSÁVEIS PELO PLANETA EM QUE VIVEMOS.
    NOSSO IRMÃO JEAN VAL ERLAN ILUSTRA ISSO COM UMA CLAREZA CRISTALINA!!!!
    QUANDO VOTAMOS E ELEGEMOS UM REPRESENTANTE DE CERTA FORMA ESSE REPRESENTANTE É UM RETRATO DAQUILO QUE EXISTE NA SOCIEDADE…
    EXISTE PRINCIPALMENTE MUITA OMISSÃO DOS BONS…PORQUE TODOS DIZEM “POLÍTICA É SÓ PRA QUEM QUER SE ENVOLVER EM CORRUPÇÃO” E NESSE CASO, DEVIDO A ESSA OMISSÃO, QUE É CAUSADA PELA OMISSÃO DOS “BONS” PORQUE NÃO QUEREM SE “SUJAR” ACABAM SENDO ELEITOS OS MAUS POLÍTICOS E A SOCIEDADE ACABA, ENTÃO, SOFRENDO AS CONSEQÜÊNCIAS.
    ISSO NÃO ACONTECE SÓ NA POLÍTICA…
    EM TUDO QUE FAZEMOS, NOSSA OMISSÃO TEM CONSEQÜENCIAS…
    UM EXEMPLO: CIDADÃO É ROUBADO EM UMA VIA PÚBLICA, A POLÍCIA PEGA O INFRATOR, MAS O CIDADÃO, CRISTÃO QUE É “PERDOA” O INFLATOR, NÃO PRESTANDO QUEIXA NA DELEGACIA E DIZ: “ISSO NÃO RESOLVE NADA, APENAS VAI AUMENTAR MAIS O ÓDIO E AUMENTAR A CRIMINALIDADE. INFRATOR É SOLTO, AGRADECE AO IRMÃO E A OPORTUNIDADE E NOVAMENTE SE ENVOLVE EM OUTRA TENTATIVA DE ASSALTO, ESSA BEM SUCEDIDA, MAS A VÍTIMA, UMA VELHINHA INFELISMENTE NÃO RESISTE E MORRE DE INFARTO.ENTÃO PERGUNTA -SE: SERÁ QUE SE A VÍTIMA TIVESSE PRESTADO QUEIXA E O INFRATOR PRESO NÃO TERIA EVITADO O CRIME? AH, OUTRO DETALHE O INFRATOR SERIA PRESO E NA CADEIA SERIA VISITADO POR PASTORES DE UMA DETERMINADA IGREJA E ENTÃO CONHECERIA JESUS, MUDARTIA DE VIDA…
    AMIGOS, PRECISAMOS TOMAR CUIDADO COM AS NOSSAS OMISSÕES, PORQUE NO TRIBUNAL DA VIDA, TUDO TEM CONSEQÜÊNCIAS… TODA AÇÃO GERA REAÇÃO…
    ABRAÇOS A TODOS…

  • Percio Bresler disse:

    A universalidade dos ensinos dos espíritos não poder ser exclusiva ou reivindicada por nenhum povo ou ramo religioso. Motivo pelo qual os espíritos se manifestam em todos os lugares. Quando os ensinamentos e os esforços são mais intensos em determinadas épocas e/ou países, é porque há a necessidade de se fortalecer e impulsionar algum progresso já efetuado, ou mesmo até de aproveitar as tendências e caracteristicas deste ou daquele povo.
    Os espíritos que nascem em um país e constituem uma nação podem reencarnar em outro desde que isso lhe sirvam de aprendizado, expiação, prova ou missão. Desta forma seria incoerente estabelecer direitos de posse, quando na realidade estes ensinamentos não estão no solo do país, mas sim no cerne dos espíritos que o habitam. E assim eles podem levar consigo o conjunto de ensinamentos e experiências adquiridas. Mas o fato é que quando os esforços da espiritualidade não são correspondidos pelos seres que se oferecem ou são escolhidos, e que falham em suas missões, torna-se necessário que todo o planejamento seja novamente repensado. Ocorre que não se pode deixar toda uma responsabilidade global nas mãos de um único povo, bem como não se pode deixar toda a responsabilidade de revelação espiritual nos ombros de um único homem. De fato quando há necessidade, muito do que já foi produzido nesta ou naquela nação pode sim ser transferido para outra que lhe possa ser mais produtiva do que outra.
    E assim ocorreu com a doutrina dos espíritos. Quando todo um planejamento magnífico foi posto em ação pela espiritualidade, os homens responsáveis pela execução prática não correspoderam as expectativas. Mas todos nós de certa forma nos encotramos nestas condições. Em contato com o meio em que reencarnamos, sofremos estímulos externos que repercutem no mundo íntimo, trazendo a tona reeminiscências não tão boas, que acabam por prejudicar as possibilidades de êxito. Lembranças estas que ainda não foram realmente resolvidas em nosso íntimo e por isso nos causam tantos transtornos e complicações nas existências que nos inclinamos aos bons atos.
    Quanto ao que se refere ao Brasil ser a pátria do evangelho estou de pleno acordo com JVE. Pois em nossas ações diárias deixamos a desejar em muito com o que talvez nós nos propomos durante o período que atecedeu esta reencarnação.
    O que seria o estímulo para alavancar nosso progresso e exemplificar para o mundo, ficou em segundo plano devido as interpretações incorretas e parcias do sublime ato da caridade.
    A superficialidade desta postura dita “caridosa” que somente oferece daquilo que lhe sobra, nem de longe é o retrato fiel do significado exato do termo.
    De que adianta oferecermos um prato de alimento, desde que o “necessitado” não nos pertube os pensamentos religiosos com suas crenças e práticas. Damos o alimento mas queremos que se tornem espíritas, católicos, protestantes….quando nem sequer lhe sondamos o íntimo através do diálogo produtivo que poderia sim demonstrar que o tal “necessitado vai muito bem com sua religião”, ou seja não precisa de sermões e de que mude completamente seu modo de agir e pensar. Obviamente que se faz necessário, quando a oportunidade pede de que se possa esclarecer, mas na medida do possível, utilizando o bom senso e o respeito ao outro.
    Hoje vemos que queremos nos tornar “donos” disto ou daquilo. Ter o direito de dizer aos outros povos o que eles necessitam fazer. Não que devemos nos omitir, mas não utilizarmos uma pretensa superioridade espiritual, para que não venhamos a cair no mesmo erro dos antigos fariseus. Não somos os eleitos de Deus para mostrar ao mundo como se “pratica” religião. Mas o fato é que bem que poderíamos ter demonstrado sim ao mundo uma prática de tolerância, compreensão e respeito ao semelhante, todavia ficamos mais uma vez simplesmente no falatório improdutivo ou parcialmente produtivo.
    Questionamos as autoridades políticas sem que nós possamos movimentar um dedo sequer para contribuir de forma verdadeira para o progresso e bem estar da humanidade. Esquecemos que os políticos também são espíritos em evolução que lutam e muito contra suas próprias imperfeições e para que não venham cometer os mesmos erros que foram realizados no passado.
    Preferimos nos ligar mais as catástrofes e tragédias. Somente assim somos capazes de “realizar algum ato de caridade material ou espiritual”, mas passado o tempo logo nos esquecemos do auxílio ao próximo.
    Mas se não fosse a bondade divina que nos permite voltarmos e tentar ao menos produzir algo de bom, não sei o que seria desta humanidade.
    O trabalho da espiritualidade é gigantesco para levar o esclarecimento espiritual e cósmico a este planeta, portanto acredito que devemos procurar agir mais verdadeiramente com o sentido da caridade. Pois só assim vamos nos tornar mais tolerantes e compreensivos. Não uma tolerância omissa e passiva, todavia com a capacidade de não julgar e condenar antecipadamente. As leis existem para o equilibrio universal, portanto devemos contribuir sinceramente para tornarmos este planeta mais evoluido. E o caminho para isso está em evoluirmos com base no ” faça aos outros aquilo que quereis que vos façam”
    O mundo já está cheio de trágedias e sofrimentos. Já está chegando a hora de vivenciarmos novas etapas. Deixemos de lado a violência, intolerância, julgamento…. não é fácil, mas quem disse que é impossível?!
    Que possamo pensar em tudo que a espiritualidade nos passa de orientação e repensarmos nossas atitudes. Pois só assim estaremos caminhando em direção a realização da cidadania planetária.
    Que Jesus nos abençõe!

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